The Deuce, The Good Place, House of Cards, Westword, Elite e mais — Diário de um Viciado em Série



Já tem um tempo que escrevi o primeiro texto da coluna "Diário de um Viciado em Série", que deveria uma espécie de cotidiano de um seriador. Mas o fato que em um curto espaço de tempo, muita coisa aconteceu nesse Brasil, mas a coluna volta, mesmo que não seja mais "diária" e sim, mensal.

Nesse meio tempo o Brasil passou por uma grande e desgastante eleição, que confesso ter deixado algumas de minhas séries de lado. Atrelado a isso, Better Call Saul seguia com episódios semanais, que tomaram muito o meu tempo, pois escrevi sobre todos eles aqui para o site e também, para o Breaking Bad Brasil. Better Call Saul teve uma excelente temporada e quem acompanhou as reviews sabe de minha opinião, não precisa ser detalhada ainda mais aqui. 

Esse espaço é dedicado a dar pinceladas sobre minha grade de programação, mas teve séries que não consegui apenas "falar pouco" e mereceram destaques, como o Fim de House of Cards e o novo, grande e bom novelão da Netflix, Elite. Deu até para escrever sobre cinema, com crítica do filme Bohemian Rhapsody. Mas outras séries que passaram por mim nesse meio tempo merece destaques.

Conclui a primeira temporada de The Deuce da HBO, e, apesar da série ter notória qualidade e grande elenco, além de muita nudez, foi difícil completa-la. Assim que terminei a primeira temporada da série, sua segunda já estava estreando. Confesso que não me animei a continuar e só vi pouco do episódio de retorno. Considero a série bem arrastada, sem revira-voltas, sem nada que faça-me grudar em frente à TV durantes seus longos 60 minutos de episódio.

Por falar do longevidade e HBO, Westword foi outra série doída de terminar. Sua segunda temporada pareceu-me durar 10 anos. Uma bagunça tremenda, escondida através de uma produção fantástica. E de novo, muitos plots arrastados e episódios que pareciam durar uma eternidade. Seu season finale teve 90 minutos de duração e foi difícil dar o play inicial nele, porém, por incrível que pareça, curti muito o seu desfecho. E agora, ainda mais com a confirmação de que Aaron Paul estará na terceira temporada da série, não vai dá pra larga-la. Precisa mudar muito, os próprios produtores disseram isso, portanto, terá mais uma chance em minha grade. 

Mas o meu maior e melhor "achado" nesse meio tempo foi The Good Place, uma comédia leve e viciante, e que eu precisava muito naquele momento tenso que vivíamos. Um alívio cômico para minha grade, ainda mais pela facilidade de estar na Netflix. Uma comédia do jeito que gosto, aberta, sem roteiro limitado, cheio de nuances que instigam o telespectador. E que elenco, grande elenco, grande série. Matei a primeira temporada num tapa e estou em dia com essa maravilha.

Em meio todas essas turbulências, meu trabalho no Breaking Bad Brasil e 10 horas de trabalho diário como comerciante, sobra pouco tempo para ver séries, mas sigo na luta. Estou vendo a nova temporada de Narcos, ou melhor, a nova série desse universo. Não estou muito animado após os primeiros episódios mas melhorou um pouco agora que cheguei na reta final. Ainda preciso ver/terminar algumas obrigatórias nesse ano, como The Handmaid's Tale, AtlantaThe Good Fight. Deverão ser temas do próximo Diário, ainda mais que deverão estar no post "melhores séries de 2018".

Até o próximo diário, viciados.

Um comentário:

  1. Como Westworld consegue ser arrastada e instigante ao mesmo tempo é um dos grandes mistérios do universo. Das demais estou me devendo The Good Place (que minha prima também elogiou muito) e The Handmaid's Tale. Só que dessa eu pretendo ler o livro antes. Mania minha. Ótimo post.

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