Vikings: "Kill the Queen" 4x02


Conflitos internos dominam o início de temporada de Vikings.

Nada de explorar novos povos, principal atividade dos Vikings. Todos os núcleos estão com dramas internos, lavando sua roupa suja para sim, espero, possam conflitar, atravessando os mares. Mas esses conflitos internos estão bem interessantes.

Mas confesso que o condado de Ragnar tem se saído melhor, em se tratando de emoção. Em "Kill the Queen" continuamos acompanhar o embate de Ragnar e Floki, e, paralelamente, fomos levados ao velho continente, numa nova guerra entre aqueles povos. Confesso que torcia para que voltasse as atenções para a fuga e captura de Floki, estava bem mais interessante, apesar que os últimos momentos em Mercia foram bem empolgantes.

"Mate a Rainha!", se conseguirem. Wessex comandou uma embosca à Mércia, com esse objetivo. É assim: um dia são amigos, outro dia inimigos, mas o que importava naquele mundo (e nesse também) é poder, tropas, terras. O rei de Wessex viu um momento propício para derrotar Mércia, mas viu (de longe) que não era tão fácil assim. A guerra há de continuar, claro, esse núcleo deverá ser mais explorado e espero que repita momentos empolgantes quanto os finais desse episódio.

Paris esteve presente, com Rollo seguindo seu plano de defesa. Genial plano, convenhamos, mas ainda confio que esteja com um plano B em suas mangas, aquele plano em pró Ragnar.

Apesar de ter tido uma trama pouco evoluída, o núcleo do condado de Ragnar tem trazido ótimos pontos, principalmente... Lealdade (PÁH!), confiança (PÁH!). Dois tapas que foram bem dados e na pessoa certa. Além de gananciosa, ambiciosa, sua princesa mostrou-se arrogante e petulante ao defender o indefensável Floki. Ele tende a manter seu orgulho e agora pagará com sangue suas atitudes.

Ragnar é um homem bom, ele não quer fazer o que está fazendo com Floki. Ele é até capaz de perdoá-lo, ma as humildade tem que iluminar sua cabeça. Perde sua filha. Não esteve presente para tentar ajudar sua família em seu momento mais difícil, simplesmente por estar cego religiosamente.

Observações: 

— Bjorn: coitado e bem feito.
— Travis Fimmel: que ator fantástico.

Avaliação do episódio:
*****

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