True Blood: Review S07 — 07 e 08 - "May Be the Last Time" e "Almost Home"


"Eu não quero o sangue". What the fuck, Bill?!

Como assim, Bill? O que diabos está pensando? Foi o que veio em mente de 99% das pessoas que resistem a assistir True Blood. Um lenga lenga dos infernos para chegar justo na hora e ele "dar para trás". O "What the Fuck" também ressoou quando Sookie, bisonhamente, escolhe levar Bill ao antídoto do que raptar a megera Sarah do carcerário. Atitudes difíceis de engolir, pois difícil de aceitar que Sarah, a mina de ouro, está com tão fácil acesso.

E até que a trama está aceitável, lógico, longe de ser boa. Mas é True Blood, nenhuma mágica fará com que a série despeça com dignidade, mas "aceitamos" que a ela irá terminar com a busca pela cura, com os principais personagens saindo ilesos, e depois viverão felizes para sempre. Não poderão morrer com uma "simples" doença, depois de sete longos anos combatendo tudo e todos. 

A obviedade esteve clara em episódios anteriores e não deu outra. Sarah é a cura, todos ficarão curados e fim. No meio tempo os personagens iriam reencontrar os amores de sempre, como vem acontecendo com Bill e Sookie; Jason, Jessica e Hoyt. Esse último acrescentado de forma até satisfatória, diga-se de passagem.


Como também foi satisfatória o desfecho do caso "Tara". Ela que durou segundos viva nessa temporada; seguiu como fantasma até o momento; e agora nos deixa (acho) dando aos personagens envolvidos -Lafayette, Lettie Mae e o reverendo - devida satisfação, onde tiveram que superar crenças, preconceitos, sendo agraciados com a verdade espiritual do caso. 

Foi basicamente o que mostrou esses dois episódios de True Blood. Claro, tivemos momentos até interessantes, que serviram simplesmente para entreter, como no desfecho da personagem Violet, que tocou o terror na mansão para delírio da criançada pervertida. Ótima personagem, que teve que ir, infelizmente, para deixar espaço para o desfecho da série. Arlene esteve presente para trazer o alívio cômico para o momento, com sonhos e insinuações eróticas, cena que ilustra bem uma das melhores personagem da série, que infelizmente não foi aproveitada como deveria. 


O que virá pela frente? Dois episódios para encerrar a série, duas horas que não devem trazer nada de mirabolante. Talvez o "New Blood" vire realidade, e... só. Os japoneses ficando milionários, com Eric sendo "garoto propaganda", uma faceta acrescentada bisonhamente, pois terrível engolir que uma sociedade trilionária foi feita com esse argumento. Eric é totalmente desnecessário para os japoneses.

Que o fim não demore para chegar, pois morrer aos poucos, como está acontecendo ao assistir a série, dói mais.

Avaliação:
*****
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