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Arrow 2x22: Streets of Fire [Review]

                                                 "Eu desapontei esta cidade" Oliver Queen

Nos aproximamos do último episódio da temporada. Os dois últimos episódios exibidos, juntamente com o que resta, fariam um belo episódio triplo, que merecia ir ao ar numa única noite. A sequência de acontecimentos interligados criam uma dinâmica e uma linha de história de tirar o fôlego. Streets of Fire me surpreendeu de uma maneira diferente: a cada cena, quando algo estava para acontecer e parecia tão clássico e previsível, o desfecho era, quase em todos os casos, inesperado.

Começando com muita ação e a continuidade perfeita do 21°episódio, minha primeira surpresa foi Laurel. Quando a vi com o arco nas mãos no vídeo promocional, pensei que seria ridículo ela lutando como o Oliver em meio à guerra. Porém, as circunstâncias me fizeram aceitar totalmente a cena: para escapar do desabamento onde ficou presa com o arco, e com Oliver a instruindo por fora, ela (logicamente) acertou a flechada explosiva para escapar. E quando achei que em meio à isso e à luta de Diggle com Isabel a abertura demorava a entrar, é porque algo melhor estava reservado para fechar essa primeira parte do episódio com chave de ouro: Malcolm Merlyn!

O retorno do pai de Thea era esperado há tempos, e sua entrada triunfal não poderia ter sido melhor. Entretanto, ao longo do episódio, chega a dar uma desanimada perceber que todo o tempo dele em cena seria gasto tentando convencer a filha a seguir com ele e ficar salva. Mais uma expectativa muito bem quebrada, vide os últimos segundos do episódio. Quando Thea pega a arma nas mãos, todos pensam que ela não conseguiria atirar, mas... respostas na próxima semana.


Outro ponto surpreendente, digno de final de temporada, foi terem citado, pela primeiríssima vez, o nome da Canário. O retorno de Sara já era esperado, mas aposto que o fãs do quadrinhos vibraram com o "novo nome" da loira. Toda sua pose de heroína não me agrada tanto, mas há quem goste. Há também aqueles que apostam entre a morte dela ou de Laurel, já que Slade quer matar quem Oliver realmente ama. Quem sabe saia até um bolão durante a semana...

Falando em Slade, mais um fato que seria clássico acabou surpreendendo, na verdade, não sendo nosso querido vilão, mas sim o prefeito de Starling. Sebastian aparaceu com o típico caso de arrependimento por ter trabalhado para o mal com uma força maior, mas tentou se redimir entregando a cura do mirakuru para Oliver. Apesar de ter ajudado nossos heróis, quando o fez automaticamente decretou sua morte, e finalmente, adeus Blood.

Não posso deixar de falar sobre a querida Felicity. A TI mais fofa das séries trouxe dessa vez o momento mais emocionante e toda a humanidade possível para a situação. Vendo a cidade desabar, ela fortalece o Arqueiro, lembrando-o de que não está sozinho e que acredita realmente nele. A personagem acaba por fazer, felizmente, o papel do grande público da série: machucada, despenteada, chorando pela cidade, está sempre fazendo o possível para ajudar e dar aquela força moral ao herói, ora faz as piadas, ora é a única a derramar lágrimas. Quem nunca quis ser como a Felicity?


Lembro também de outros coadjuvantes que emocionaram nessa semana: Detetive Lance (voltando a ser, de fato, detetive) e Anatoly Knyazev, nosso amigo russo. E se fosse para apostar em um coadjuvante que terá destaque no último episódio, digo 3 letras: Roy. Na torcida para a semana passar rápido, deem uma olhada no que vem por aí... e que venha a season finale!

         

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