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Especial: Um Ano Sem Fringe e a Falta que a Série Faz



Um ano sem Fringe. Um ano sem a  companhia da série responsável por criar a melhor base de fãs da internet. 

Fringe nunca teve o valor que merecia, sendo esnobada pelas premiações e sofrendo riscos de cancelamentos a cada episódio exibido. Mas durou cinco temporadas, cinco anos lutando contra tudo e contra todos, conseguindo se manter, principalmente, pela base de fãs que reuniu.

Em um mundo de entretenimento direcionado ao lucro, a série que dava prejuízo conseguiu entregar um final digno, trazendo satisfação aos fãs da série e o início de uma saudade que, após darmos conta que passara um ano, bate muito forte.

Lembro-me das tardes de sábado, onde reservava em torno de seis, sete horas para assistir o episódio, escrever a review, pesquisar os easter eggs e a localização do Observador, além de tentar desvendar o Glyphs code. Dava trabalho, muito, extremamente. Mas era prazeroso viajar na trama mitológica da série, num momento sem precedentes. Tive sorte, aqui no Viciado em Série, em conseguir amigos internautas que até hoje tenho contato, a partir das matérias publicadas, pois Fringe foi importante não apenas para alavancar o site, mas para criar amizades.

Hoje a série faz falta, muita falta. Claro, toda série precisa chegar ao fim, e quando uma série chega ao fim da forma que Fringe chegou, com o legado que deixou, não temos que reclamar, mas a lamentação de estarmos sendo privados do cotidiano que a série impunha, é eterno.


E nesse dia, 18 de Janeiro de 2014, passa um filme diante de mim, pois analiso a grande falta que a série faz, que nenhuma outra desde o seu fim, conseguiu preencher a lacuna que deixara. Fica guardada em nossos corações, aqueles anos escrevendo sobre a série, entrando em debates na internet, trocando teorias, criando amizades, e de quebra, testemunhando essa excepcional série.

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