The BlackList "No. 47: Frederick Barnes" 1x07 [Review]



O filme desta vez foi um pouco melhor do que os anteriores, em minha opinião. Em resumo, tudo começou quando Frederick Barnes (vivido por Robert Sean Leonard, o Dr. James Wilson, da série “House”)  deixa propositalmente sua pasta de metal no interior de um dos  trens do metrô e dele se retira como entrou: rapidamente. De repente, começa a sair uma fumaça da pasta
que envenena e mata mais de 30 passageiros.

Enquanto isso, Liz e Tom, agora de bem novamente (porque ela “tem certeza” de que ele não tem nada a ver com a aquela misteriosa caixa de madeira), reformam o mesmo quarto em que o marido fora esfaqueado uns 3 episódios atrás. Mas, eis que Liz recebe um telefonema do colega Ressler dizendo sobre a tragédia do metrô. Inicia-se a investigação para saber que foi o auto r do horrendo crime químico.

Descoberto (com muita facilidade, por sinal) o criminoso, Barnes, um renomado cientista e pesquisador que desenvolveu várias armas químicas para serem
vendidas para criminosos no mundo (pausa para uma crítica: Red Reddington sempre diz que o criminoso do momento é o mais perigoso do mundo, portanto, é de se concluir que na sua lista só conta como o “pior do mundo”). E assim, eles descobrem que o dito cientista genocida tem um filho que sofre da terrível doença. A saída para sua cura, segundo o bandido, seria espalhar o pó químico para ver quem “sobra” da população vítima de seus ataques. Assim, o sobrevivente poderia lhe fornecer o almejado antídoto. Bela maneira de “ajudar” a humanidade.

Seu intento cruel teve sucesso quando de uma nova matança coletiva. Dessa vez, no Fórum, em plena sessão de julgamento. Houve, pois, uma sobrevivente,
dentre os 20 e tantos mortos. Para não enfadar os leitores, o que se passa depois é o de sempre em se tratando de um filme de ação “hollywoodiano”, ou seja, pleno de clichês. O pai da criança, depois de conseguir extrair o fluido espinal da sobrevivente (isto, depois de conseguir “miraculosamente” entrar no seu quarto, guardado por um enfermeiro...). O objetivo era injetar no seu filho, que sofria com a doença fatal e, até então, incurável. E ele foi de encontro ao pimpolho doente.

Eis que chegam os Liz e seu companheiro concluem que o Barnes iria para a casa de seu filho. Chega lá e, bem na hora em que ele ia injetar o líquido, o mata impiedosamente. Isto aconteceu, é bom lembrar, porque
no  Fórum, Barnes escapara pois estava com um refém e ela preferiu evitar a morte do inocente, deixando-o fugir. Fato este que lhe rendera um processo administrativo da Corregedoria do FBI. Para não repetir o erro, ela então o mata sem piedade.

Nesse meio-tempo, Red vai à Cuba para falar com o fornecedor da matéria-prima para o bandido cient ista sintetizar seu pó maligno e, claro, sempre consegue uma informação oportuna. Esse seu trunfo vai fazer com que Liz reconheça que ele é um mal-necessário na sua vida. O filme termina com a ida do bandido-mor para uma casa que morara e que arrematara pelo dobro do preço só para destruí-la porque a mesma lhe trazia más
lembranças.

Pergunta-se: será que Red Reddington é pai de Liz? Ou é amigo do pai dela e resolveu protege-la? E será que ele sabe algo mais que incrimine definitivamente o marido de sua protegida? Pairam no ar essas e outras questões. E vamos ver no que vai dar este seriado, cheio de clichês, porém bastante atrativo. Paradoxos à parte...
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