Especial Dia da Mulher: TOP 10 Personagens Femininas



Parabéns mulheres! Obrigado pela existência de vocês! Em homenagem ao Dia da Mulher, selecionamos 10 personagens femininas mais marcantes do mundo das séries. Hoje é o dia delas! Vamos defendê-las com unhas e dentes. Ai de você se não concordar. (rs)

10 - Skyler White - Breaking Bad. Atriz: Anna Gunn. Por Fábio Lins


Uma das personagens femininas mais odiadas do mundo das séries ao lado de Lori de The Walking Dead. Mas isso não quer dizer que ela não seja uma personagem marcante. Skyler é a personagem que virou a cabeça de Walter White. Podemos dizer que sem Skyler, Breaking Bad não existiria. Estou mentindo?

De uma simples dona de casa, ela se transformou em uma pessoa obstinada, capaz de fazer tudo por sua família, lavar dinheiro e até enfrentar o temível Heisenberg. Ela ficou marcada por trair sexualmente seu marido após descobrir que ele era traficante de drogas. Ela tentou se separar, mas seu marido forçou a não separação, culminado em sua traição, mesmo ele ter-lhe contado (quase) toda a verdade.

Contudo, devemos apreciá-la. Gostando ou não, ela é uma personagem super importante na série e é sim uma das personagens mais marcantes no mundo das séries, mesmo que, marcada pelo lado negativo. Mas ao se colocar em seu lugar, duvido que faria algo diferente, claro, dentro do contexto de sua índole nas diversas situações que protagonizou. Temos Walter como nosso herói, ou tínhamos, mas não podemos esquecer que ele é um traficante, responsável pela morte de 200 pessoas, muitas delas, inocentes. Você, mulher, queria Walter White como seu marido? Pimenta nos olhos dos outros...

Porém não estou aqui para livrá-la de seus pecados, mas Skyler é personagem de uma série onde não existe mocinhos. Apenas bandidos.

9 - Alicia Florrick - The Good Wife. Atriz: Juliana Marguiles. Por Lucas Victor


Uma das características mais marcantes das mulheres é a força com que elas enfrentam as mais diversas situações, se mantendo firmes como uma rocha. E se tem alguém no mundo das séries que faz jus a essa afirmação é Alicia Florrick, a protagonista de The Good Wife.

Forte, determinada, compreensiva, sempre mantendo seus ideais apesar de qualquer tipo de diversidade, além de ser uma advogada simplesmente brilhante, o que é ainda mais impressionante quando lembramos que ela só exerceu realmente a carreira a partir do início da série, e já está entre as grandes advogadas da Lockhart and Gardner.

E o mais importante de tudo, e que faz menção ao próprio título da série: uma excelente esposa. Peter tirou a sorte grande ao se casar com uma mulher tão fantástica, sempre fiel a ele, apesar de todas as falhas dele como marido, e até quando ela mesma tem seus momentos de fraqueza. Se ele for inteligente vai manter Alicia ao seu lado, pois mulheres como ela são raríssimas de se encontrar.

8 - Buffy - Buffy the Vampire Slayer. Atriz: Sarah Michelle Gellar. Por Vinicius Souza


Buffy, a personagem que dá nome à série, era uma colegial comum até que é escolhida para ser a "caçadora". Mesmo que seu passado não seja muito explorado, fica claro que com essa nova responsabilidade, a vida dessa garota foi totalmente transformada. Sua rotina de matar diariamente vampiros e monstros era eventualmente intensificada por perigos maiores (os vilões das temporadas) e, ainda que com algumas crises, ela sempre salvou o mundo dessas ameaças apocalípticas.

E, além das ameaças sobrenaturais, Buffy ainda tinha que lidar com todos os dramas e problemas de uma pessoa comum: namoros, crises existenciais, dramas familiares, vida escolar e os dramas da vida adulta. Na verdade, era em seus dilemas pessoais que ela se mostrava mais vulnerável, pois não poderia apelar para seus poderes de caçadora para resolvê-los.

No decorrer da série, fica visível a evolução dessa personagem, que entre perdas e desilusões, sempre seguiu em frente, mesmo que estivesse com o destino do mundo nas mãos.

7 - Temperance Brennan - Bones. Atriz: Emily Deschanel. Por Camila Geraldi


É uma pessoa incomum. Ela não entende a maioria das convenções sociais e não se enquadra nelas. Ou melhor, não se enquadrava. Temperance perdeu os pais quando tinha 15 anos, um pouco antes do natal, e seu irmão, com 19 anos na época, a abandonou e a deixou para ser criada pelo sistema de adoção, até que seu avô se tornou responsável por sua criação. Com a perda dos seus pais, que eram tudo para uma adolescente, ela se fecha e torna-se alguém analítico ao extremo. Brennan se forma em antropologia forence e é a melhor da área. Sempre evitando aproximações pessoais ela se torna fechada, a única amiga que ela tinha era Angela, uma artista com quem trabalha no Instituto Jeffersonian. Eu disse “tinha” não porque ela perdeu a amizade de Angela, mas porque, com o passar do tempo, ela descobre que não há nada de errado em ter amigos confiar nas pessoas.

Um dos responsáveis pela mudança de Temperance é o agente Seeley Booth, agente do FBI e com quem ela desenvolve uma parceria de identificar vítimas de assassinato e encontrar o culpado. No decorrer dos anos, os dois tornam-se mais do que parceiros de trabalho e, finalmente, assumem um relacionamento amoroso e isso faz Temperance “Bones” Brennan começar a questionar tudo o que ela achava certo. Ela é ateísta e Booth é católico convicto, não são raras as cenas em que ambos discutem teologia e Brennan tentar racionalizar todas as crenças do parceiro. Alia-se a isso a falta de tato social e a mania de ser direta nos assuntos, o que geralmente causa desconforto em quem está a sua volta. Mas a família de Brennan não se resume ao Seeley. Após anos achando que estava sozinha no mundo e depois de aprender a defender-se com sua inteligência acima da média, Bones descobre que seu pai está vivo e que ele fugiu por todos esses anos para que não machucassem seus filhos para encontrá-lo.

Hoje ela vive junto com Booth e cria sua filha, Christine. Mas nem tudo foram flores na vida de Temp. Ela já foi enterrada viva junto com o amigo e cientista, Jack Hodgins, quando o coveiro, um dos maiores vilões da série, estava se irritando, pois os “squints” (forma como Booth se refere aos cientistas do Jeffersonian) estavam chegando muito perto de pegá-lo (ou melhor, pegá-la). E mais recentemente ela foi baleada para acobertar um funcionário que estava roubando peças de artes do Jeffersonian e teve uma experiência com o espírito de sua mãe morta, que falou com ela e a aconselhou de várias formas, inclusive dizendo que ela devia usar mais o coração e menos o cérebro.

Atualmente ela trava um duelo contra Pelant, um gênio que sempre consegue escapar quando é pego pela equipe de Brennan. Ele se acha mais inteligente que nossa antropóloga e tenta de várias maneiras testá-la deixando “dicas” nos corpos que ele deixa pelo caminho.Claro que nossa guerreira não o deixará levar a melhor, mas esperamos ver muitos hounds dessa luta. Por tudo isso, Brennan merece estar nesse Especial Dia das Mulheres. Ela sempre foi forte, guerreira e independente. Sempre se defendeu sozinha e aprendeu com seus próprios erros. Além, é claro, de ter um ótimo gancho de direita e pegar bandidos ao lado do melhor parceiro que ela podia ter.

6 - Cersei Lannister - Game of Thrones. Atriz: Lena Headey. Por Marco Freitas


"Cersei Lannister pode até ter seus defeitos, mas mesmo sendo não sendo a personagem mais simpática da produção, é simplesmente apaixonante.

É difícil descrever essa impressão que Cersei desperta em tanta gente, talvez seja a força que a personagem demonstra em um ambiente tão hostil para mulheres, ou mesmo seu forte instinto materno, característica admirável em qualquer mulher. Seja lá qual for o motivo, inevitável não aplaudir de pé uma mulher que na primeira oportunidade, impõe sua força sobre os homens (Mindinho sabe bem do que estou falando).

Lena Headey consegue encantar o público com sua atuação e é um dos raros casos em que uma personagem tem muito mais profundidade na adaptação do que na obra original. E muita gente pode discordar, mas é impossível não tirar o chapéu para essa “vilã” encantadora."

5 - Juliet Burke - LOST. Atriz: Elizabeth Mitchell. Por Gabriela Cerutti Zimmermann


Juliet Burke podia não ser a principal protagonista feminina de Lost. Nem se quer esteve presente desde a primeira temporada da série. Mas não se pode negar o fato de que Juliet era uma das muitas mulheres fortes que Lost nos apresentou em suas seis temporadas. Uma mulher bonita, inteligente, decidida, batalhadora – em todos os sentidos – e incapaz de deixar alguém pra trás.

Maravilhosamente interpretada por Elizabeth Mitchell com suas expressões faciais invejáveis, Juliet chegou na 3ª temporada de Lost dando o que falar. A médica especialista em reprodução humana estava na ilha à serviço da Iniciativa Dharma – ou melhor, de Benjamin Linus – foi alvo de ódio dos fãs por algum tempo. Parecia ambígua e nada confiável. Mas ao descobrir mais sobre seu passado, ficou visível que ela era mais uma vítima das circunstâncias e tão merecedora de afeto como qualquer sobrevivente do voo 815.

Fora da ilha, o que impulsionava Juliet em seu trabalho era devolver à sua irmã Rachel a oportunidade de gerar um filho. Já que a quimioterapia havia destruído seu útero. Sua pesquisa foi tão bem sucedida, que Juliet foi levada à ilha por Richard e Ethan para tentar descobrir porque as mulheres que engravidavam na ilha acabavam morrendo. E depois de três anos morando na Vila Dharma, Juliet já cansada das imposições de Ben foi morar na praia com os sobreviventes e começou a lutar por um jeito de sair da ilha. Foi uma das que passou pelas inúmeras viagens no tempo e acabou parando nos anos 1970. A mulher que passou por varias decepções amorosas encontrou seu verdadeiro amor no já regenerado cafajeste Sawyer, com quem viveu alguns bons anos na ilha mas só foi feliz de verdade ao fim da série. Pois se a cena mais triste da personagem foi a de sua morte, a mais bonita foi seu reencontro com ele no pós-vida. “Funcionou!”

4 - Nikita. Atriz: Maggie Q. Por Arlane Gonçalves


Nikita pode ser vista como uma "mera" badass por muitos, mas quando olhamos a personagem com um pouco mais de atenção, encontramos uma mulher fantástica. Nikitinha, como ganhei a intimidade de chamá-la (sim, somos BFFS, obrigada), teve uma infância bem suja, bem injusta, e depois de ser tratada como lixo pelo "sistema", foi parar no corredor de morte por assassinar um policial. O assassinato, no entanto, ocorreu porque ela tentava proteger (ou vingar) as únicas pessoas que a amaram e a acolheram de verdade. E foi assim que nasceu essa Nikita badass.

Hoje, diferente de tudo o que apreendeu, ela é uma pessoa amável. Por vezes podemos vê-la em cena como a temível assassina treinada pela Division, mas outras vezes podemos vê-la apenas como uma garota apaixonada, que se embeleza toda para reencontrar seu príncipe encantado. Em outros momentos, sua vibe mãezona aflora,  e ela sai por aí recolhendo outros injustiçados pelo sistema para debaixo de suas asas. Os protegidos de Nikita, ou, como os chamo, a Família Nikita, tem todos aqueles momentos de ternura que as famílias "normais" têm, o que deixa a série mais especial e atraente ainda.

Nikita está nessa lista por ser uma personagem fora do comum. Ela não é unilateral, não possui apenas uma faceta. A forma como Craig Silverstein trabalha sua heroína, nos permite ver uma mulher praticamente real, com suas dúvidas, erros, e até mesmo seus desvios de conduta. Nikita é uma mulher de ideais, uma mulher imperfeita, e uma teimosa que não desiste nunca. E se a gente ainda juntar tudo isso com o carisma único de Maggie Q, teremos então uma das melhores mulheres da TV na atualidade.

3 - Lorelai Gilmore - Gilmore Girls. Atriz: Lauren Graham. Por Karolen Passos


"God lives in London?"

Lorelai Gilmore é um nome que já soa bem ao ser dito. Minha primeira reação toda vez que alguém o diz é sorrir, mas acredito que não seja só eu que reage dessa forma. Lorelai foi e é uma das personagens mais carismáticas do mundo televisivo. Impossível não se apaixonar ao episódio piloto por ela.

Lorelai não teve uma vida fácil. Engravidou aos quinze anos e foi obrigada a sair de casa, pois sua família só a aceitaria se ela casasse com o pai de sua filha. Decidida a não casar, ela sai de casa, é abrigada pela dona de um hotel onde começa a trabalhar, no qual futuramente será a gerente. Ela criou sua filha sozinha, sem a ajuda de ninguém e como sempre foram somente as duas, acabam por ter um laço muito acima de mãe e filha, elas são amigas, ou melhor, melhores amigas. Ela é a típica cool mãe, aquela que todos nós, em algum momento de nossas vidas, queríamos ter.

Ela tem uma das personalidades mais fortes que já vi em toda a TV. Não digo isso só por toda sua luta para criar sua filha sozinha quando ainda era uma adolescente, mas por todas as outras coisas que ela passa ao longo da série e continua se mantendo firme, não desistindo em nenhum momento em sempre dar o melhor para Rory. Sua personalidade é uma das mais admiráveis. Lorelai é amiga, companheira, tentando sempre estar presente para os seus, determinada, sarcástica, sempre com as melhores tiradas, apaixonada por filmes e comida congelada ou fast food, afinal, ela não é a melhor cozinheira do mundo, viciada em café, agitada, teimosa, alternativa, entre tantas outras coisas. Quem não gostaria de ter a Lorelai como sua melhor amiga, não?

Foi uma das personagens mais marcantes do mundo televisivo, sem sombras de dúvidas, e por isso merece seu reconhecimento nesse especial. Quem não conhece essa maravilha, não é seriador de verdade. Você pode até não ter assistido, mas se é um seriador de verdade, certeza que já ouviu falar sobre ela. Bom, ela é interpretada por uma das atrizes mais carismáticas desse mundo das séries, a bela Lauren Graham. Amy Sherman-Palladino criou uma lenda, mas se não fosse por Lauren Graham, a verdadeira encarnação de Lorelai Gilmore, essa lenda não estaria viva hoje, então, agradeço as duas por essa brilhante criação.

2 - Amy Pond - Doctor Who. Atriz Karen Gillan. Por Lucas Victor


As mulheres são uma parte essencial em Doctor Who. Afinal, o que seria do Doctor sem a ajuda de suas belas Companions? E ninguém melhor para representá-las nessa lista do que uma das mais importantes de todos os tempos: Amelia Jessica Pond, A Garota que Esperou.

Pirata por um dia, salvadora de baleias espaciais, musa inspiradora de Van Gogh, esposa do Último Centurião, além de ser provavelmente a personagem de série que mais enfrentou paradoxos temporais e saiu ilesa. Tudo isso é apenas uma parte dos feitos extraordinários desse furacão ruivo escocês, que inclusive é a primeira companion a ser considerada devidamente uma sex symbol, e com muita razão! Está para nascer ruiva mais linda.

Mas, apesar de tudo isso, Amy sempre será lembrada principalmente por sua coragem e bravura. Ela sempre estava disposta a se sacrificar para salvar seus entes queridos, não importasse a situação. Uma verdadeira heroína, que terá para sempre um espaço VIP nos corações dos fãs.

1 - Olivia Dunham - Fringe. Atriz: Anna Torv. Por Karolen Passos


Olivia Dunham. Essas duas palavras que formam um nome que nos remete a uma das melhores séries do século XXI, Fringe

Quando criança foi uma das cobaias de um cientista que acreditava que as crianças eram os futuros soldados na guerra entre universos. A partir de tais experimentos, a personagem conhece o filho do mesmo e cria um laço com ele que futuramente terá grande relevância em sua vida. Acontece que Olivia cresce e de alguma forma, seu cérebro apaga essas memórias. Tendo passado por muitas coisas em sua infância e adolescência, Olivia acabou criando uma camada fria em torno de seus sentimentos, apesar de muitas vezes, seu lado sentimental se mostrar bastante forte quando a mesma se liga as vítimas. 

Sua vida muda ao investigar um caso de bioterrorismo que acaba com seu parceiro, também amante, de vítima. Esse é o ponto de virada da vida da personagem que se junta ao cientista que realizou os experimentos nela e ao seu filho. Bom, todos conhecemos o restante dessa maravilhosa história de uma das personagens mais marcantes de todas as eras de seriados. Olivia não é só uma personagem abalada pela vida e uma ótima agente do FBI, ela é também uma heroína que desenvolveu habilidades inexploradas por nós meros mortais. Pirocinese, telecinese, habilidade de viajar entre universos, entre tantas outras. É uma personagem que tem um desenvolvimento fantástico, cria um laço com esse cientista quase como de pai e filha, como também, dá abertura para viver um romance com o filho do mesmo. Como se tudo isso já não bastasse, a personagem também se torna mãe. 

Olivia conquistou o público de primeira ou após a segunda temporada.  Trouxe um novo significado a heroísmo na TV, além de que, foi morta algumas vezes para “salvar” o universo. Ela nunca pensa em si, sempre nos seus. A personagem também é como se fosse a memória viva de Fringe, ela é a pessoa que lembra de tudo mesmo quando as timelines são resetadas. Por mais que sua fama badass tenha diminuído um pouco durante a quinta temporada, mas isso foi só a prova de que ela era muito mais do que isso, ela os mantinha unidos, não deixando que Walter ou Peter se perdessem. Entretanto, no último episódio, ela mostra mais uma vez que sua fama não é por acaso. Enfim, resumindo: Olivia Dunham merece estar aqui, foi e é uma personagem marcante na vida de todos que assistiram a série e até mesmo quem não viu, sabe quem é ela quando alguém cita o seu nome. 

Olivia é interpretada pela maravilhosa Anna Torv. Uma atriz australiana que, simplesmente, brincou de atuar, afinal, que papel magnifico essa mulher fez. Obrigada JJ Abrams por cria-la e Anna por dar vida de forma tão majestosa a essa personagem que tanto amamos. 

Menção Honrosa:

Carrie Mathison - Homeland. Atriz: Claire Danes. Por Fábio Lins


Não é apenas um rostinho bonito na TV. Pelo contrário. Seu rostinho é bem desagradável principalmente quando esboça suas reações bipolar. Carrie Mathison é personagem vivida pela fenomenal atriz Claire Danes, protagonista de uma das melhores séries da atualidade, Homeland. Danes - que vivia papéis medianos na TV e no cinema até então - está protagonizando Homeland de forma exuberante, dando vida à personagem de forma com que entremos em sua vida, absorvendo para nós os seus problemas.

Carrie é obstinada, perspicaz, objetiva, fugaz, desobediente. Vários adjetivos poderiam ser usados pra simbolizar uma das melhores personagens femininas da atualidade. Porém, Carrie não se rotula, se admira. Uma mulher que luta contra o terrorismo e que passa por cima de tudo e de todos para continuar seguindo o que acredita e na maioria das vezes, ela está certa. Exceto quando o assunto é o seu coração. Aí ela sempre troca os pés pelas mãos, se é que vocês me entendem. 

Essa mulher... que mulher. Nesse dia internacional da mulher, Carrie entra com propriedade no nosso top, simbolizando uma mulher extremamente guerreira, como a maioria das mulheres.   

Um parabéns especial para as nossas queridas leitoras que nos acompanham diariamente aqui no Viciado em Série. Espero a lista esteja no agrado de vocês ou pelo menos algumas personagens que listamos. Impossível listarmos todas e sabemos que muitas personagens ficaram de fora. Um grande beijo e abraço da equipe Viciado em Série.
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