Banshee - S01E04 - Half Deaf Is Better Than All Dead


Um ótimo episódio que terminou com a adição do mais novo morador de Banshee.

O episódio já começa muito bem. Lucas fica preso em um museu na tentativa de roubar o local, e liga pra Job para que ele o ajude a escapar. Só que ao mesmo tempo, Carrie liga para ele no intuito de discutir a relação. Não entendo porque Lucas não desligou na cara dela, mas a alternância entre as linhas nos rendeu ótimos momentos. Job ajudando o amigo a sair daquela enrascada, enquanto o desespero ia dominando-o, e foi aí que Carrie foi útil, ajudando o xerife/assaltante a se acalmar. Os melhores momentos desse início foram com certeza a explosão de Job pra cima dos caras na lanchonete e quando Carrie vai resgatar Lucas. Enfim, fora a rapidez com que a moça aparece no local, tudo certo até aí.

Depois tivemos a exigência do Senador Schumacher para que o xerife encontre Hanson, o responsável pela organização da rave na qual o filho morreu. Depois do escândalo nada sutil dado por Carrie na delegacia por causa da filha ter sido chamada na delegacia, Lucas e Emmet usam a informação de Deva para achar Arno Webber, um dos envolvidos com Hanson. Ao ver como o policial tratou Arno para obter informações, percebemos que o jeito "fodão e inconsequente" do xerife está contaminando a força policial. Mesmo que Arno more num bairro de arianos com mentalidade nazista, não caberia a Emmet tratá-lo com tanta violência para conseguir as informações, e atitude dele não pareceu nada legal (no sentido jurídico da palavra).

Arno fornece provas que incriminam Proctor da morte do traficante procurado: um vídeo, o testemunho dele e a mão da vítima ( a unica parte que sobrou depois de Proctor dar fim no corpo do comparsa incompetente). Após recolher as provas, Lucas tem a chance de prender Proctor, e não perde a oportunidade. Porém, a caminho da delegacia, o irmãos Moody jogam a viatura pra fora da pista, o que resulta em mais uma cena de ação, com espancamento e mutilação de orelhas. Depois de virar o jogo e ficar em vantagem contra os 3 irmãos, o xerife deixa que eles saiam impunes, pra se concentrar na prisão de Proctor, que é muito mais perigoso que três "caipiras burros". Achei a atitude de Lucas surpreendentemente inteligente e calculada, o que já é um avanço em meio a tantas inconsequências típicas do personagem.

Como a influência de Proctor é muita, ele consegue ser liberado para responder ao processo em liberdade, e quando fica sabendo da testemunha ocular, já providencia que a testemunha suma do mapa. Achei a segurança da testemunha muito fraca já que o acusado é o maior criminoso da cidade. Eles deveriam ter providenciado mais policiais e um lugar mais adequado para esse tipo de operação se realmente quisessem proteger Arno. Mas enfim, mais uma vez me pego pensando: "Só em série mesmo!".

Além da trama dos policias, ainda tivemos as cenas de Carrie e seus dedinhos (e chuveirinho), nas quais ela mostra que ainda não esqueceu o ex-parceiro de crimes, e que pensa bastante nele. Carrie até vai atrás dele para "conversar" mas, ao observar de longe, vê que Lucas está acompanhado de Kat Moody, fato que a faz mudar de idéia. É óbvio que ela sente falta das emoções do passado, pois senão ela não teria saído no meio da noite para ajudá-lo a fugir dos policiais.

Também tivemos Morgan Freeman Sugar se candidatando a participar dos próximos esquemas de Lucas, o que provavelmente vai nos render mais participação desse personagem misterioso. E para completar a minha alegria, Job se mudou para Banshee. Ele é o personagem com as melhores sacadas da série, e eu não poderia estar mais feliz e ansioso pelo próximo episódio. 

Observações:
  • A cena em que Lucas fala o título do episódio me fez gargalhar. Aliás, ele foi bem debochado nesse episódio.
  • Proctor sobre Hanson: "É, não o vejo faz algum tempo". Lucas em resposta : "É um dos efeitos colaterais de matar alguém". 
  • Cena pós créditos: Proctor gritando de raiva, e a causa provavelmente é a nova acusação que vai enfrentar.






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