Bones: "The Patriot in Purgatory" S08E06




“E agora penso nessas pessoas e penso em você. Qualquer uma delas podia ter sido você.”

Olá, leitores! Era para eu ter postado essa review ontem, mas estava com muitas dores de cabeça, não aguentei olhar direito para a tela do notebook. Enfim, vamos lá...


Primeiro, deixe-me dizer que tive aquela sensação Cold Case com esse episódio. Bom, este começou bem divertido com a Brennan toda inspirada em Phil Jackson, pronta para colocar sua equipe de squints para trabalharem juntos. No princípio não deu muito certo, mas após Arastoo fazer a descoberta de que o sem teto tinha sido atingido no dia onze de setembro, todos se engajaram para identifica-lo, como uma verdadeira equipe.

O episódio foi fantástico, muito bem construído. Acredito que todos – a não ser que você seja um sem coração – tenham se emocionado com as cenas deste, em especial, o final. Com o trabalho em equipe, eles nos proporcionaram uma das melhores cenas do episódio. Abernathy e Arastoo fizeram um dos melhores diálogos, principalmente, pela parte de Arastoo. Eu, particularmente, não resisti e tive que bater palmas. Mostrando essa mania feia que o ser humano tem de generalizar tudo, sem contar a bela crítica aos atos terríveis cometidos pelo homem usando o nome de Deus. Ao longo do episódio, com todos fazendo a sua parte, descobrimos que ele não tinha sido assassinado e sim, devido a todo seu altruísmo ao levantar os escombros para ajudar três pessoas, a fratura, causada pelo detrito vindo pela passagem do avião, rompeu perfurando seu pulmão resultando numa hemorragia interna. Ele sangrou durante dez dias até a morte. Um soldado americano vivendo nas ruas como um desconhecido, que graças a toda aquela maravilhosa equipe que forma Bones, foi reconhecido com o título de herói que ele merecia.

Todas as aquelas história dos squints e da Cam foram, realmente, tocantes. Nós, brasileiros, não sabemos um terço do sentimento traumático que os americanos compartilham. A cena do enterro de Murphy arrancou algumas lágrimas dos meus olhos. É incrível a forma como o Booth se comove com esses casos, deixando bem em evidência o seu lado soldado, sua ligação com esse mundo. Entretanto, foi o diálogo final da Brennan que fez com que as lágrimas caíssem sem que eu as pudesse controlar. Mais uma vez, os roteiristas nos mostraram como a personagem vem evoluindo ao longo de todos esses anos. Se fossem em outros tempos, ela jamais assumiria aquilo para Booth. Brennan pode até ser uma cientista que, com todos os seus traumas de infância, conseguiu aprender bem a controlar o seu lado sentimental, entretanto, Booth veio para mudar isso.

“Passei tanto tempo tentando controlar minha vida. Achava que significava que eu era forte, mas eu só estava com medo.”

Não acredito que minhas palavras são necessárias para comentar todo esse diálogo. Foi simplesmente fenomenal. Está tudo ali: Toda a sua mudança, todo o seu amor por Booth, todo o lado sentimental que ela tentou controlar por tantos anos deixando transparecer somente o cientista, somente o racional. Booth trás o equilíbrio que ela precisa, o equilíbrio entre o racional e o passional. É ou não é o melhor casal de todos os tempos?

Sem notas dessa vez. Nem vou colocar que espero que tenham gostado do episódio, afinal, na minha humilde opinião, este foi o melhor da temporada até o momento. Mas espero que tenham gostado da review. Até a próxima!
That’s all folks!
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