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Alphas – S02E07 Gods and Monsters / S02E08 Falling




Olá meu povo!!!!! Hoje será um pouco diferente. Dois episódios em uma única review, hehehehhe. Atrasada estou, mas vamos lá! E esse episódio já começou bem hein?! Aquele pirralho alpha, Jason, do episódio do hospital, chegou arrasando. Adorei como ele conseguiu dominar aquela turma imensa e virar o jogo para o lado dele, com um toque de “Nina”, eu devo dizer. Saber que ele é capaz de criar uma rede neural que envolve o domínio a distância do povo, é bem legal! Essa é outra habilidade que eu realmente curti e acredito que vocês também, não é?



As próximas cenas do episódio caem direto em Dani Rosen e Parish conspirando contra todos os good alphas. Logo depois, Dr. Rosen chega ao colégio de Jason em busca de ajuda para o garoto e se depara com uma cena estranha: Todos obedecem a seu comando. Depois de passar por alguns perrengues ao lado do adolescente, chega Parish e o salva. Cena bem heroica, ahhahahahaha!!!! O que ele pode querer? Pedir ajuda ao seu grande “inimigo” para conter o pirralho que, com certeza, já extrapolou todos os limites do bom senso e com muitas chances de exposição da cultura alpha. Como sempre, Parish com sua elegância e sutileza, consegue “convencer” Rosen a seguir com ele em busca da suposta cura de Jason. Como? Ameaçando mesmo. Sim, sim, na maior cara dura. Hahahah! 

 Agora, as cenas de ação são o ponto alto de alphas! Eu sei que tem um monte de gente que vai querer me jogar do Cristo Redentor por dizer isso, mas eu realmente aprecio essas cenas, em especial quando elas são com Hicks (não, não é porque ele é perfeito) e os alphas que possuam habilidades parecidas com a dele. Aquela sensação de que por alguns segundos o tempo para, é muito legal e eles sabem explorar bem esse tipo de cena. O desfecho desse episódio foi incrível! Adorei eles terem explorado as habilidades de Parish e suas ambições. Em especial quando todos estão reunidos no edifíco dos good alphas tentando resgatar aquele bando de adolescentes presos na trama neural de Jason, que também sofre por essa consequência. Colocar Dr. Rosen e Parish, dentro da consciência do garoto foi uma das melhores cenas do episódio. Pena que o diálogo foi pobre, mas por ser uma série de ação, não cabe aqui filosofar sobre temas tão pertinentes a sinopse, peninha! É claro, que a melhor parte é a última cena, quando Rosen lembra de ter visto um quadro, que estava na sala de Hicks, dentro da consciência de Parish e na mesma hora se lembra de toda a cena: Descobriu a traição da filha. Ouch!!! Mas nem precisamos esperar né? Afinal, essa é uma review dupla e já podemos saber algo sobre isso agora.


Mas vamos ao episodio e depois voltamos a Dani Rosen. Dessa vez, alguns jovens se filmam pulando de um edifício enorme. Típico suicídio se não fosse o fato de eles caírem como se nada tivesse acontecido. Antes, claro, tomaram uma pílula que me fez pensar: Drogas alphas? Era só o que faltava! Ou seria habilidades novas aparecendo por aí? Vamos descobrir. Finalmente resolveram explorar um pouco mais a Kat, personagem que adoro, mas todos vocês já sabem. Ela finalmente começa seu primeiro trabalho de campo como agente alphas, não oficial. Após achar uma foto dela no Facebook de um dos jovens do vídeo, ela, Harken e o surtado, e muitas vezes chato e adorável ( hã?) Gary, partem em uma empreitada para saber o que se passa. Adrenalina é o que não falta quando a mesma descobre os prazeres da queda livre com essa nova droga. Agora, a cena que me entristeceu foi a de Dr. Rosen com Dani em seu apartamento. Descobrir que sua filha está metida com bandidos, sem você saber até que ponto e ainda traindo toda uma operação arquitetada e operacionalizada por você, deve ser algo muito doido. A cena foi bem legal e vê-lo quase chorando no carro me emocionou!! 

 Por outro lado, quando Hicks começa a desconfiar que seu filho possa ser um alpha e o leva a u jogo de beisebol para testar se o menino possue habilidades, e todos saem arrasados da história, Dani entra em ação e como uma heroína, salva a cena usando sua habilidade para trazer pai e filho, um para perto do outro. Muito legal! É por essas e outras que não a consigo enxergar como vilã, não mesmo. Sei que ela causará muita dor em Hicks, assim como já está causando em seu pai, mas mesmo assim, curto bastante essa personagem. Mas voltando a Kat, a pobre descobre que estava sendo usada pelo carinha e pra piorar, também descobre que ele fabricava a droga e pra isso, aprisionava uma alpha, apaixonada por ele, pra sintetizar a droga. É claro, que em mais um cena legal de ação ela consegue prender o cara e ainda dá umas porradas muito bem dadas no infeliz. Hunf! Mulher decidida essa! Gostei que finalmente eles resolveram oficializá-la como good alpha e acredito que isso trará mais movimento a série. Boa decisão!


Agora, o momento final, aqueles que todos estavam esperando...não vai ter porque ficou para as cenas dos próximos capítulos, hahahahahha!! Digo isso porque Rosen entregou Dani antes dos agentes descobrirem o envolvimento dela e apesar do choque de todos e da revolta de Hicks, era o esperado. Só que, o desfecho da história ficou para um outro momento, esperamos que seja o próximo episódio. É isso meu povo! Duas reviews em uma. Foi legal de fazer, mas prometo que não acontecerá novamente. Até a semana que vem! 

Ponto alto dos episódios: Explorar Kat como personagem fixa da série e a aparição de Parish de modo mais efetivo em um episódio inteiro. 

Ponto baixos dos episódios: O pouco que Hicks apareceu. É sério, o cara é perfeito! Não podemos nos dar ao luxo de vê-lo tão pouco. Garanto como a Mys e a Fabi concordam comigo. Hahahahah!!

PS: O agente John entrou na série pra que? Só pra ser o namorado de Rachel? Palhaçada!

Por Cinthia Mendonça

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