Glee "Saturday Night Glee-ver" 3x16



"Não são os sonhos não alcançados que nos destroem, são os que não ousamos sonhar." 
Will Shuester

É devido a episódios como esse que eu dou razão a quem NÃO considera Glee um lixo. 

Unindo o útil ao agradável, Glee nos apresentou "Saturday Night Glee-ver", um episódio onde mostraram o que a série tem de melhor. Quase apagando a péssima impressão deixada no episódio passado. Quase porquê de cara, o episódio destaca uma apresentação comandada por Blaine. Puxa, não bastava o péssimo episódio passado inteiro protagonizado por ele?! Pelo menos a apresentação foi melhorzinha, mas principalmente pelas participações de Brittany e Mike. Tô implicando com ele, eu sei. 

Já que estou falando em apresentações, não tem como deixar de elogiá-las. Todas foram ótimas! Muito bem escolhidas e ilustraram com perfeição a trama do episódio e sem forçação de barra. Os clássicos do Bee Gees encheram os olhos daqueles que até não curtem o estilo. Todos estiveram bem, tanto na parte vocal, quanto nas coreografias. Destaque - é claro - para Sue Sylvester. Quando nossa diva resolve mexer os esqueletos, saem de baixo e sentem-se para aplaudi-la e rir bastante. 

O episódio tocou na ferida daqueles (conheço muitos) que chegam no último ano do colegial e não sabem o que fazer. Uns é devido a falta de informação/instrução e outros é porque viajam demais mesmo. Finn, Mercedes e Santanna foram muito bem escolhidos para exemplificar esse fato. Fiquei satisfeito com o rumo que os três tomaram, mas principalmente, com a forma como chegaram a essa decisão. O reconhecimento tem que vir de algum lado para amimar a pessoa a seguir em frente, e isso, em todos os setores da vida. 


Os embalos de sábado à noite em Glee marcou a estreia de Alex - um dos quatro classificados na primeira edição de The Glee Project. Faltava ele (ou ela?) estrear e o ator inicialmente foi condecorado com dois episódios. Deverá participar de forma "figurante" (ou não?) do próximo. Apesar de não gostar do ator no reality, gostei da sua participação em Glee. Ryan Murphy soube encaixá-lo na trama do episódio, incrementando-o no Vocal Adrenaline, grupo pelo qual considero ter apresentado o melhor musical de toda série - "Bohemian Rhapsody" na primeira temporada. Gostaria de vê-los mais na série. 

Nem queria comentar - mas já comentando - as pazes feita pelo casal mais vai e volta do mundo das séries de todos os tempos. Aquele cliffhanger deixado no episódio passado foi patético. Claro que eles iriam voltar. Pelo menos não enrolaram tanto e nos deram um desfecho significativo e ainda ouso: emocionante. 

Quando os personagens que aprendemos a amar se juntam, aliado a uma boa música, dança e um enredo onde conseguimos retirar uma lição de moral, traçando um paralelo com o nosso cotidiano, não tem como de elogiar Glee. Essa é a série que aprendemos a amar. Continue assim, tio Murphy!

Nota: 8/10
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