Previously on Smash!



Obs: Texto referente aos episódios 1x02, 1x03 e 1x04.

Sabe quando você ouve uma nova música e diz: ''Essa música é boa''. Contudo, você ainda não está apaixonado por ela, até você ouvi-la outras vezes, chegando a um ponto onde se apaixona literalmente. É o caso de Smash. A série que veio com uma premissa musical, porém, em quatro episódios mostrou ser muito mais do que isso. Drama e comédia também estão misturados nessa excepcional série.

Não que não tenha gostado da série logo de cara. Gostei, como disse nas primeiras impressões da série, mas no momento eu estou apaixonado. Os últimos episódios foram um melhor do que o outro e a expectativa pelos seguintes é enorme. Já assimilamos os personagens, daí escolhendo os lados para torcer contra e a favor. As cenas não são mais estranhas e sim, peças de um quebra cabeça que tende a ser montado com perfeição, devido ao excelente roteiro, montado de forma esplêndida.

O segundo episódio (''The Callback'') marcou a decisão de quem protagonizará Marilyn. Para nosso desespero, porém, previsto, Ivy é a escolhida para ser a estrela do musical. Karen trabalha para agradar o diretor enquanto perseguem o papel dos seus sonhos, mas acaba sendo preterida. Os ''favores'' sexuais oferecidos talvez tenha sido preponderantes para escolha. Apesar de injusto, sabemos que isso acontece e muito no meio artístico. É o famoso ''teste do sofá''.

Por outro lado, começamos a conhecer a história de Julia e Frank, onde lutam com o processo de adoção. Também acompanhamos o início da saga de Eileen, a patrocinadora do musical em busca do dinheiro a base de muitas taças jogadas na cara de seu ex-marido.

Já em ''Enter Mr. DiMaggio'' (1x03), conhecemos o ator/personagem que assumira o papel de Joe DiMaggio. Detalhe que além de ser um excepcional artista, ele já teve um passado amoroso com Julia, apimentando a história de uma das roteiristas do musical. A situação piorou e muito quando iniciou os primeiros ensaios.

Karen separa um tempo para passar com a família. Vai para Iowa para um chá de bebê, descansa, descontrai com suas amigas, gerando números musicais improvisados fantásticos. Humildemente, nossa diva aceita o convite de participar do coral do musical, abrindo diversos problemas para Ivy - a invejosa. Daí vocês já sabem. Vão sair lascas de fogo.

Odeio a Ivy, mas é inegável o seu talento. Além de ser linda, é claro.

Agora foi em ''The Cost of Art'' (1x04) onde os melhores musicais foram apresentados. Considero o melhor até então, mas não devido à apenas as excepcionais apresentações, mas também devido ao desenvolvimento da trama, cada vez mais viciante.

Karen sofreu, coitada. Sua humildade é algo de dar dó, não é mesmo? O que Ivy tem de petulante, tem ótima atriz e cantora, como disse, e a apresentação musical exibida na festa dada por Derek foi algo mais do que sensacional. A celebridade da vez - Nick Jonas - rendeu-se a seu encanto, mas não conseguiu ir além disso, graças ao "empate" de Eileen, cujo aproveitou muito bem a festa e traçou uma estratégia infalível e conseguiu levantar fundos definitivos para o musical.

Não dá pra terminar esse post sem falar de Tom, não é mesmo? O músico/roteirista já destacou como um dos mais simpáticos da série. Seu encontro foi tão simples e romântico, sucumbido de muito amor nas entrelinhas.

Falando de amor, a tensão sexual da série é alta, mostrando diversas cenas de sexo, surpreendendo-me por se tratar de uma série em TV aberta. A série mais uma vez pisa na cara da sociedade viciada em série ao fazer/criar uma tensão dessas sem apelar para a nudez explicita e gratuita. Falar mais o quê? Faça um favor pra você mesmo e assista essa, que deve ver uma das melhores desse ano.

PS: Hoje (05/03) vai ao ar o 5º episódio da série. Ansiedade infinita sentida, e olha que isso está custando acontecer nas séries de hoje. Caso haja um retorno a esse post (leia-se, comentários) iniciaremos reviews dedicados a cada episódio. É com vocês!
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