Missing: Primeiras Impressões




Missing trata do desaparecimento e de Michael Winstone (Nick Eversman), filho de uma ex-agente da CIA chamada Rebecca Winstone (Ashley Judd) que procura o filho desesperadamente pela Europa.
Em determinados momentos eu pensei que estava vendo algum filme de Tom Cruise no corpo de uma mulher, pois a cenas de pancadaria e perseguição são dignas de filmes como Missão Impossível.



No começo do episódio Ashley Judd não me convence como uma ex-agente da CIA ‘motherfoka’, porém, na primeira cena de porrada do episódio, que tem muitas diga-se de passagem, ela mostra que é sim muito boa, apesar de no começo tomar uma bela de uma surra, a motivação de encontrar seu filho é maior do que qualquer outra coisa.
Achei um tremendo exagero tantas lutas, percebe-se que o episódio se apóia nessas cenas porque não tem muita história para contar, pois apresentar os personagens e as tramas não toma mais do que 25min, mas como o episódio tem 40min, então eles jogaram cenas e mais cenas de pancadaria e perseguição.
Era de se esperar, já que a premissa é mais adequada para o cinema do que para TV, afinal, quem vai ficar duas ou três temporadas esperando Becca achar seu filho? Dez episódios pra mim já são muito, imagina temporadas. A não ser que a série surpreenda e mostre uma trama totalmente diferente do que aparenta, eu acompanharia Missing por mais de uma temporada, o que eu acho difícil, pois não vi nada que não seja completamente clichê em filmes do gênero, o que muda é que é uma série e os roteiristas tem muito mais tempo para trabalhar em cima da trama, então quem sabe não apareça alguma coisa surpreendente nesses próximos episódios?
Considerando tudo isso, eu ainda gostei do episódio, pois fui ver com poucas expectativas e os problemas citados acima não me abalaram, pois eu já esperava. Gostei pelas atuações e palas cenas de ação bem feitas, a trama não me envolveu ainda, pelo fato do mistério ser quem seqüestrou Michael e porque fez isso, muito óbvio em minha opinião, acredito que foi o mesmo grupo que matou o pai dele no começo do episódio, mas o que eles teriam contra a família Winstone para persegui-los por tanto tempo eu ainda não sei, afinal passaram-se 10 anos desde o assassinato de Paul Winstone e só um bom motivo iria manter esse grupo atento para quando alguém da família pisasse na Itália e fosse atrás dele.
Uma coisa que ficou clara nesse episódio é que a série irá abusar dos cliffegers para atrair o público, pois aquele final foi muito sacana, mas ao mesmo tempo inteligente e acredito que a audiência tende a subir bastante.

Enfim, o piloto foi bom levando em conta minhas expectativas e para quem gosta de muita ação eu recomendo.
Por enquanto resolvi continuar com a série e vocês verão minhas opiniões no decorrer da temporada aqui no VS, fiquem ligados!
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