Supernatural - 7x13 - The Slice Girls




Depois de mais uma pequena pausa, Supernatural volta com um episódio com uma história diferente. Não evoluíram a caçada aos Leviatãs, o que é ruim, já que ficar tantos episódios sem tocar na trama principal acaba esfriando os ânimos de quem está curioso sobre essas criaturas mitológicas, porém a trama foi um dos melhores dessa temporada até agora.
Sam encontra um caso, bem ao estilo Supernatural antes do apocalipse, mas Dean está meio relutante e preferia voltar ao caso dos Leviatãs, coisa meio difícil, já que nenhum dos dois tem pistas sobre os próximos passos das criaturas e nem como matá-las. O que me lembra uma coisa, sou só eu ou mais alguém acha que aqueles números que Bobby passou pra os irmãos antes de morrer são mais do que uma localização? Sei lá, pareceu tão fácil...
Ok, voltando a trama da semana: Dean concorda que tem algo estranho nos casos, ainda mais com o simbolo talhado no peito de cada vítima. As investigações começam a marcha lenta, eles precisam de um especialista para identificar o simbolo, mas, como disse Dean, "nossos especialista está morto". Sem Bobby, os irmãos se perdem no meio da pilha de documentos e resolvem conversar com um professor especializado em simbologia antiga e ele realmente da uma ajuda importante. Não tão importante quanto a ajuda de Bobby, pelo menos é o que a cena nos leva a acreditar. Os irmãos vasculham as coisas de Bobby atrás de pistas e enquanto conversam, magicamente a pilha de papéis se move (pelo menos foi o que Dean disse) revelando um pergaminho importante escrito em grego que revela o que são as criaturas e como elas matam suas vítimas: Amazonas. Dean insiste em dizer que talvez Bobby esteja ajudando-os de alguma forma, mas Sam lembra o irmão que eles cremaram Bobby, portanto seria meio difícil que ele esteja por ali. Só que o episódio teve um foco especial em um pequeno objeto que Dean carrega pra todo lado: A garrafa de Bobby, (uma dessas garrafinhas que guardamos Whisky ou outra bebida qualquer) e, como bem sabemos, não precisamos ter um corpo todo para que o fantasma fique na terra, pode ser um pedacinho de DNA que ficou em algum objeto.
Voltando as criaturas, assim como as lendas, em Supernatural as Amazonas são mulheres fortes e guerreiras que acreditam que homens são úteis apenas para reprodução, depois disso precisam ser eliminados. As amazonas encontram um parceiro e em 72 horas engravidam, a criança nasce, cresce e se torna uma jovem adulta por volta dos 20 anos que é responsável por ir atrás de seu pai e matá-lo.
Como sabemos bem que Dean não consegue manter a calça no corpo quando encontra uma mulher atraente, não é nenhuma surpresa que ele tenha dormido com a criatura e agora sua adorável filhinha está atrás dele. O momento de tensão do episódio fica por conta do encontro do dois, alias. A garota tenta convencer Dean que ela é diferente e quer fugir das malvadas Amazonas que querem obrigá-la a ser uma assassina como elas, sorte que Dean não é tão idiota e manteve uma arma a seu alcance o tempo todo. Infelizmente ele não é tão decidido quando a questão é família e por alguns instantes achei mesmo que ele ia deixar a garota fugir. Por sorte, é aí que Sam entra, com arma em punho e momento salvador da pátria. Ele mata a própria sobrinha a sangue frio, sem pensar, sem questionar, coisa que, ao meu ver, Dean deveria ter feito.
O que o episódio não deixa claro é se as Amazonas realmente foram mortas, Sam atirou nelas com armas normais e balas normais, mas em momento algum disseram que isso daria um fim definitivo nelas, então não se surpreendam se a filhinha do Dean voltar para uma revanche.
O fim do episódio foi muito bom, o diálogo entre os irmãos sobre a reação de Dean ao ver a garota, como ele está estranho desde a morte de Cass e como a morte de Bobby piorou as coisas. Esse episódio, embora não tenha acrescentado nada a trama dos Leviatãs, deu uma carga emocional mais interessante pros dois irmãos, que nos episódios anteriores pareciam não notar a morte do Bobby e nem a falta que ele faz/fará nas investigações. Ainda está longe de ser a temporada dos sonhos, mas pode ser um sinal das coisas estarem entrando nos eixos.
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