Fringe: “The End of All Things” 4x14



Episódio sensacional! Previsível, mas sensacional!

Não estou vendo nenhum ''bicho de sete cabeças'' nessa atual trama de Fringe. Claro que há dúvidas quanto a diversos assuntos, mas o que há, ainda vai ter que ser dito nessa temporada. Seguindo através do conceito de apenas dois universos alterados pela ausência de Peter, tudo fica claro. Pegando ''regras'' lançadas na primeira temporada, fica mais fácil ainda de acompanhar os fatos ocorridos nessa.

É o caso de Nina Sharp. Uma regra básica - que ainda não engoli porque Olivia não notou de imediato - é referente aos Shapeshifters (metamorfos). Todos sabem que para a existência de um, a pessoa referente morre. Broyles notou isso muito bem e jogou isso na cara da falsa Nina. Daí então ficou claro e ainda mais previsível que a Nina que estava com Olivia era também uma Shapeshifter. A verdadeira Nina que conhecemos está morta e foi duplicada por Jones. Já poderíamos imaginar isso logo após as duas ''Ninas'' serem inseridas no episódio passado.

Não acredito na hipótese de que a Nina que esteve com Olivia seja a Nina do universo alternativo.

Jones planejou muito bem, mas não contava com a presença de Peter. Caso Peter não tivesse voltado, Olivia estaria com os sentimentos de ''filha'' voltados para Nina e sentiria emoção, ativando seus ''poderes''. Olivia então foi perspicaz ao induzir a falsa Nina a trazer Peter para o cativeiro, ativando (e muito) seus poderes em pró de sua fuga.

Outro mistério que supostamente seria desvendado nesse episódio é referente aos Observadores. Não foi dito muita coisa relevante, além do que já sabemos. Os Observadores são um grupo criado por cientistas. Um dia foram humanos e hoje em dia são criaturas com a capacidade de viajar entre e fora dos tempos, observando os acontecimentos. ''Somos um dos incontáveis futuros da humanidade''. Mais claro que isso, impossível.


Um erro causou toda essa confusão. Com o intuito de consertar, o Observador Setembro complicou ainda mais as coisas. Como já sabíamos, não foi Walter - ao buscar Peter em outro universo - que desencadeou esses acontecimentos. O erro causado pelo desejo de observar, causou a briga entre os universos, e com idas e vindas, gerou uma criança que abalou todas as estruturas universais, alterando irrevogavelmente tudo que está por vir.

Mais um fato claro jogado em nossa cara, foi as mudanças que ocorrem nesse universo alterado. Não só Henry - filho de Peter e BOlivia - deixou de existir, mas tudo relacionado a Peter foi modificado. A presença de Jones é devido a isso. Como Peter ''nunca existiu'', Jones existe, pois Peter foi o causador de sua morte. Tudo causado pela entrada de Peter na máquina apocalítica - fato que - Setembro imaginara ser a melhor opção para o fim dos problemas.

Falando em fim, parece que foi a última vez que vimos Setembro. Quem atirou nele. Não disse (que raiva!). Quanto a Peter, nosso herói está tentando colher mais informações para que não cometa os mesmos erros que possa fazê-lo se arrepender e magoar seu verdadeiro amor. Estava praticamente definido, depois que os olhos disseram o caminho a seguir, mas Peter voltou atrás.

A teoria de que os universos estão se readaptando a presença de Peter não foi alterada em nada, e ainda mais fortalecida. Em relação a memórias, elas serão reabsorvidas gradativamente entre as pessoas relacionadas a Peter. O que foi alterado fisicamente, terá que ser batido da mesma forma. Exemplo? David Robert Jones.

O glyph code fala justamente no que estou especulando. União. Seria a união das pessoas envolvidas a Peter, reativando suas memórias devido a sua presença física? Pra mim é isso.

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