Fringe: ''A Better Human Being'' 4x13




''Quando olho eu seus olhos, sei que é você'' - Peter

Esta aí o que todos queriam. Peter e Olívia juntos novamente, apesar de ter sido por muito pouco tempo.

Estamos indo para o 14º episódio da 4ª temporada de Fringe. Passou rápido não foi? Mais da metade da temporada já se foi. Chegou a hora de colhermos os frutos, ou melhor, chegou a hora de acompanharmos a resolução dos mistérios impostos na série e confirmarmos ou não, as nossas teorias, e cada episódios de Fringe, sinto-as encaixando como luvas.

É o caso de Nina Sharp. Nina nunca foi uma vilã em Fringe, apesar de parecer. Suas novas atitudes não condiziam com o que acompanhamos dela. Continuo com a teoria de que estamos em apenas dois universos modificados pela ausência de Peter, e que as linhas temporais estão voltando ao normal devido a permanência permitida de Peter pelo observador September.

Sendo assim, Nina não mudaria sistematicamente sua personalidade devido a ausência de Peter na atual time line. A atual Nina que vemos é um transmorfo ala Broyles alternativo (plaquinha eu já sabia levantada). Os últimos segundos desse episódio confirmaram isso. Não acho que Nina é a cabeça de toda essa confusão. Tem alguém por trás disso e não é David Jones. Quem será? Alguém - através de Nina - está comandando as doses de cortexiphan involuntária em Olívia. Alguém substituiu a verdadeira Nina por um transmorfo. Alguém sequestrou Olívia após fazer xixi (rs). Alguém, alguém, alguém. Willian Bell estaria de volta de alguma forma? Teorizemos.


Olívia voltou. Foi a primeira, mas acredito que todos envolvidos na vida de Peter, uma hora ou outra, terão sua mentalidade voltada ao que consideramos normal. Acredito que vai chegar uma hora que Peter será a única pessoa em seu meio que terá todos esses acontecimentos ''universais'' operando em sua mente.

Peter viveu um dilema. ''Gato escaldado tem medo de água fria''. Peter foi cuidadoso e só se entregou aos braços de Olívia depois de ter certeza de que aquela era a sua Olívia. Os olhos não mentem. Emocionante. Walter é que não vai gostar de toda essa história, mas acredito que ele será o próximo a ter sua mentalidade voltada - vide aos lapsos de memória mostrados nesse e no episódio passado.

A equipe Fringe investigou um doente mental, ligado a uma série de assassinatos. Suspeitei a princípio de conexões com o caso de Olivia, porém, tudo não passava de experimentos manipulados pelo ciêntista louco da vez, brincando de ser Deus. O caso foi intrigante, bem escrito e montado - servindo de boa plataforma para os principais assuntos do episódio.


Estou vibrando com os últimos episódios de Fringe. A medida que as teorias vão encaixando, a série se torna ainda mais amável. As referências da 1ª temporada estão cada vez mais presente, tornando-nos saudosos e instigando-nos a devorar os episódios passados novamente. Se existe uma série que vale a pena você revê-la novamente é Fringe.

Os Glyphs code da semana formaram a palavra ''Henry''. Nome do taxista que vimos na temporada passada. Também é o nome do bebê da Falsolívia do universo alternativo. Fica a incógnita.


Foi bem difícil achar o Observador nesse episódio. Ele quase passou desapercebido por trás da vidraça do armazém onde Olívia entrou. Detalhe que parece não ser September. O mistério de sua morte continua.

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