Two and a Half Men em ''Quem é Charlie Sheen?''



Não é que Two and a Half Men está sobrevivendo e muito bem sem Charlie Sheen?! Se está fazendo falta ou não, vocês que tem que dizer, pois, como comentei no primeiro post da série aqui no blog, estou assistindo a série pela primeira vez a partir dessa 9ª temporada, portanto, sou sortudo (ou não?) de poder avaliar sem influenciar-me pelo passado da série.

Aposto que vão dizer que eu sou ''fanzinho'' do Ashton Kutcher né? Não vou negar que admiro o trabalho do cara, mas o que mais está fascinando-me nessa ''nova'' Two and a Half Men é outro personagem. Claro que estou falando de Alan, interpretado pelo excepcional Jon Cryer. Ele é o principal personagem da série e está praticamente protagonizando a temporada. Nele está centralizado toda a trama da série. Nada acontece sem Alan está por perto, pelo menos é o que foi mostrado nesses 14 episódios.

Walden é um ótimo personagem também. Ashton Kutcher está vivendo-o muito bem, com belíssimas atuações. O elenco secundário está dando um suporte muito bom aos protagonistas. Estou apenas sentindo falta de uma presença maior de Jake. Tenho achado o ''meio'' da série meio figurante de mais, ou melhor, no nível do elenco secundário.


Vale destacar que tudo isso que todos esses elogios são porque o texto e as piadas bem empregadas estão tornando isso possível. Colocadas na hora certa, sem atropelamento, sem aquela embolação que vemos em muitas séries. O tom sexual está empregado na maioria delas, porém, não tão vulgar, fazendo-nos assimilar da melhor forma.

Sobre esse parágrafo acima, palmas para Lee Aronsohn e Chuck Lorre.

Eu nunca gostei das risadas tidas como artificiais (clap), devido achá-las por muitas vezes, desproporcional ao texto. As piadas estão sincronizadas com o texto, fazendo-nos praticamente rirmos no mesmo momento que elas. Não é aquela coisa chata que tem milhares de risadas artificiais sendo que a cena não está trazendo graça alguma (Ok 2 Broke Girls?).

Quanto ao ''Quem é Charlie Sheen?'', não sou doido de negar a sua importância, porém, não poderei dizer se está melhor ou pior sem ele. Para o público americano não deve estar fazendo falta, vide os números da audiência. Pra mim também não está. Agora não sei pra você.
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