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Previously on The Mentalist (Episódios 4x09 a 4x12)




Depois de um nono episódio bom porém sem grandes novidades, The Mentalist apresentou boas tramas nos três que o seguiram (principalmente nos episódios 10 e 11), os quais deram uma nova dinâmica à série.

“The Redshirt” apresentou um caso da semana curioso, visto que o suposto homem assassinado (um ex-jogador da NFL) não estava realmente morto. A vítima era na realidade um sósia seu e Jane conseguiu persuadir o ex-jogador a fingir que estava morto para enganar o verdadeiro assassino.O desenvolvimento do episódio foi legal, visto que o ex-jogador descobriu que todos o achavam um babaca e a investigação foi bem interessante. Contudo, a revelação do verdadeiro assassino (o homem que gerenciava os negócios do ex-jogador) creio que foi um tanto óbvia e acabou jogando fora a estratégia de Jane, uma vez que o cara era uma das pessoas que sabia que o ex-jogador estava vivo. 

“Fugue in Red” já foi um episódio muito melhor e bem diferente, pois logo no início do episódio Jane quase é morto pelo assassino que está sendo investigado. Após ser ressucitado e socorrido, Jane acorda com amnésia parcial, não se lembrando de boa parte de sua vida , com sua mente bloqueando a existência e morte da esposa e filha e, consequentemente, suas lembranças da CBI, uma vez que Red John é o motivo para Jane ter se juntado à CBI. 

Simon Baker teve uma atuação fantástica nesse episódio, pois encarnou com maestria o antigo Jane, um baita vigarista metido, nojento e ladrão e deu muito mais trabalho à Lisbon e Cia. que de costume, chegando até a passar a mão em metade da grana que o assassino havia roubado. O comportamento de Jane causou a mim (e a outros creio) verdadeira repulsa e raiva, o que indica que Baker foi extremamente eficiente em sua interpretação. 

Além disso, gostei da maneira que Lisbon levou Jane a recobrar suas lembranças. Fazê-lo abrir a porta do quarto de sua filha e encontrar lá a marca deixada por Red John, forçando-o a se lembrar da cena mais traumática de sua vida (quando abriu aquela mesma porta e deparou-se com a filha morta e a marca de Red John pintada na parede), foi uma sacada genial. E ainda bem que Lisbon pensou nisso, pois acho que não iriamos aguentar o Jane canalha por muito mais tempo. 

E então veio “Always Bet on Red” e tivemos, na minha opinião, o melhor dos três episódios. O caso da semana foi relativamente comum, porém sua investigação foi interessante por contar com a aparição da ex-prostituta e informante de Cho (que faz o detetive de jeito serião perder o rebolado) e também por não poder contar com a ajuda de Jane. 

Além disso, o episódio acertou ao apresentar paralelamente a investigação da morte de James Panzer pela agente Darcy, o que obrigou Jane a se virar para fazê-la acreditar que o assassino de Panzer era um imitador e não desconfiar que Red John ainda está vivo. 

O último episódio exibido, “My Bloody Valentine”, foi mais um caso de procedural simples, porém também se destacou ao fazer Van Pelt ter que fugir de um assassino contratado pelo meio de uma mata, carregando consigo uma suposta testemunha do crime. Além disso, durante a fuga ela ainda teve que lidar com visões de O’Laughlin, as quais trouxeram talvez o ponto mais importante do episódio: O que será que o fantasminha de Craig quis dizer ao falar à Van Pelt para “olhar para todos os lados se quiser ver a verdade”. 

Será essa uma sutil dica dos roteiristas nos dizendo que existe algo na nossa cara sobre Red John que não estamos vendo? O que vocês acham? Suspeitam de alguém? 

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