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Glee: "The Purple Piano Project" S03E01




Oi, pessoas, tudo bem? Eu sou Lorena e vou, a partir de agora, comentar Glee com vocês, leitores do Viciado em Série.

Não sei se foi porque estava assistindo a várias séries durante a Summer season, mas estava menos empolgada para começar a ver a 3ª temporada. Não me entendam errado, eu gosto bastante da série e não concordo com todas as pessoas do planeta que dizem que a única parte boa da série foi os 13 episódios da 1ª temporada. Gostei bastante da parte final e da 2ª temporada também, mesmo com as falhas no desenvolvimento dos personagens. Enfim, vamos comentar The Purple Piano Project, okay?

O episódio começou bem semelhante ao primeiro da temporada passada, com nos Jacob atualizando sobre as férias dos integrantes do coral. Rapidamente, somos apresentados aos seniors e juniors, ou seja, mais um ano para Artie e Tina. Mercedes também já revela o que aconteceu a Sam, justificando a saída de Chord Overstreet do show. O pai de Trouty Mouth conseguiu um emprego em outro estado e ela já tem outro namorado. Finn, como sempre, está perdido e não sabe o que fazer do futuro, o contrário de Rachel e Kurt, os quais já têm tudo planejado para quando se mudarem para Nova York, inclusive o casamento legal aos 30 anos do garoto.

Logo que foi mostrado o despertar de Will e Emma, imaginei que o tratamento dela já tinha resolvido o grande problema da moça. Na verdade, não foi o que aconteceu, como o professor admitiu para Sue. Já esta voltou com tudo. A trégua com o Glee, iniciada após o funeral da irmã, já foi esquecida, típico da treinadora, e agora ela está concorrendo ao congresso. E o que vai alavancar a candidatura da Coach Sylvester a ponto de fazê-la ultrapassar o estuprador que está na cadeia e brancos e indecisos? O fim aos programas de artes nos colégios públicos, até que os alunos consigam ler melhor ou a nível de alfabetização.

Como forma de atrair mais alunos para o clube, uma vez que Lauren largou Puck, Sam foi embora e Quinn estava meio que sumida, o professor decidiu espalhar pianos roxos pelo colégio e os componentes do clube teriam de cantar ao encontrar os instrumentos. É meio que óbvio que a estratégia não ia funcionar, né? Os meninos já fizeram dezenas de apresentações e ninguém nunca se interessou... O máximo que conseguiram dessa vez foi serem alvos de uma guerra de comida, ao cantarem We Got The Beat. Gostei do número, principalmente porque Santana e Brittany tiveram solos. Falando nelas, o que foi a cena em que tentaram convencer Quinn, a qual pintou os cabelos, colocou piercing e fez uma tatuagem de Ryan Seacrest, a voltar para as Cheerios? Nunca pensei que Satan fazia tanta questão de ter Quinn de volta, inclusive usando o argumento de tudo que fariam no ano, como dormir com Puck. Brittany, como sempre, hilária. Acho ótimo quando dão mais espaço às duas. Rachel também foi conversar com a garota, dizendo como sentia falta dela no clube e que ela deveria voltar. Acho que a Quinn ficou um pouco balançada, mas ainda não saiu da fase rebelde e do grupo das Skanks.

Rachel, minha personagem favorita, esteve ótima no episódio, principalmente porque não houve tantas cenas com Finn e, principalmente, porque meu casal favorito é constituído por ela e Kurt. Morri de rir quando foram procurar por Emma e esta comentou que era o último casal que faltava ser formado no Glee. A orientação e o sonho de irem para Nova York os levaram ao encontro para potenciais alunos da Academia de Artes Dramáticas de Nova York, o que rendeu uma das melhores cenas do episódio para mim. Lá vão os dois, todos cheios de si após cantarem Ding Dong The Witch Is Dead em ensaio, e dão de cara com um grupo bem preparado, que canta e dança bastante. Não assisti a The Glee Project, mas gostei da voz de Lindsay e creio que ela se saiu muito bem com a canção que dizia que ela pode fazer melhor tudo que você faz. Não preciso dizer que ambos saíram arrasados e acabaram chorando no carro. Adorei o discurso de Kurt para animar Rachel e espero que eles continuem aparecendo bastante juntos.

Nesse ínterim, uma candidata ao clube apareceu, a filha do homem que doou os pianos à escola. As expressões de Rachel ao ver surgir uma provável estrela e ao constatar que a menina era péssima foram ótimas. Gostei da adição de Sugar ao elenco, garota com Aspergers (dificuldade de interação social e falta de empatia) que fala o que bem entende. Nunca imaginei que Will faria isso, mas, com o objetivo de levar os garotos à vitória nas Nacionais, o professor rejeitou a garota. Will pareceu com bem mais atitude nesse episódio.

Sue, mais uma vez decide atrapalhar os planos do clube Glee, e designa as Cheerios, que agora conta com Santana e Becky como captãs (ótima cena das duas discutindo), para destruir os pianos. Só não entendi porque Quinn acabou ajudando, já que ela mesma questionou Britanna sobre a volta ao time de Sue.

Kurt, ao pressionar Blaine para deixar os Warblers, acabou conseguindo a transferência do namorado para o McKinley. Mas eu preferia o garoto com o uniforme, viu? Que roupinhas tristes as de Blaine... E a dancinha em It’s Not Unusual? Hahahahaha


Por fim, a fim de adquirirem mais experiência em palcos para se igualarem aos outros candidatos à faculdade, Rachel decide montar o espetáculo de West Side Story e Kurt se candidata à presidência da classe. Will então suspende Santana do Glee enquanto a garota não se torna fiel ao grupo, outra atitude inesperada por mim. Espero que não diminua a participação da garota, porque ela é ótima e rende várias cenas engraçadas. O episódio então termina com a apresentação de You Can’t Stop The Beat, minha favorita até então, em que os garotos são estimulados a continuar, apesar de tudo.

Eu gostei da volta de Glee. O episódio foi bonitinho, mostrou evolução dos personagens e me agradou. Não vou dizer que voltou à velha forma, porque, na minha opinião, Glee nunca foi ruim. Teve altos e baixos, situações inexplicadas, mas sempre me agradou. Com certeza vou continuar acompanhando até que Rachel Berry se vá.

Foi só impressão minha ou parece que eles estarão dançando mais nessa temporada? As apresentações tiveram sempre alguma coreografia, mínima que fosse. Espero que seja verdade, pois só o que falta para eles é montar um espetáculo, estilo do Vocal Adrenaline na época de Jesse.
Fiquem à vontade para comentar e espero que não tenha estragado minha primeira review. Até o próximo episódio!

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