Body Of Proof: 1x03 – “Helping Hand"


Por: Tobias (@onlytobias)

Bem, bem, esse episódio nos mostrou uma Megan mais humanizada, tentando se aproximar dos seus companheiros de trabalho, e mais uma vez, o episódio foi um acerto. Muitas pessoas reclamam da falta de originalidade da série e blá, blá (pra tudo há haters, né?), mas eu discordo, o diferencial da série é, justamente, unir as diferentes facetas de um mesmo ser: Megan Hunt. De um lado, a profissional dedicada, com seu jeito difícil de lidar,desvendando assassinatos e não poupando ninguém de seu jeito ácido de ser; de outro, a mãe que busca a reaproximação com a filha, além da Megan que tenta ter amigos, se reaproximar das pessoas, levar uma vida como qualquer outra pessoa.


Em “Helping Hand" vimos a Drª Megan e seus companheiros, trabalhando no caso de uma assistente social assassinada. Revirando a vida da vítima, a legista tem um choque, ela já tinha sido sua paciente enquanto ainda era neurocirurgiã. Megan não se lembrava da garota, mas se lembrava claramente do procedimento que havia realizado com ela. Megan então percebe o quão insensível ela era, e para se redimir, buscará a justiça no caso do assassinato. Ao conmversar com o pai da vítima, este conta-lhe que Elena tinha a Drª Hunt como inspiração de vida, já que cresceu sem mãe e, graças à médica, teve mais uma chance de viver. Numa reviravolta, descobrimos que Elena foi morta por uma usuária de drogas que tinha uma filha. Elena, ao saber do vício da mulher, ameaçou que ela perderia o filho. Então, foi seguida até o hotel em que hospedava um garoto que tinha saído do reformatório, para tentar ajudá-lo. A bala atingiu o rapaz de raspão e após, acabou levando Elena à morte. Mas o que foi a cena final, com Megan apoiando Bud e se oferecendo para costurar o casaco dele? Será que teremos a formação de um casal aí? Não, acho que eles não combinam muito.
Bom, gente, se costurar é como neurocirurgia, acho que vou mandar minha mãe abrir um consultório! \o/


Ok, Body of Proof tem um pequeno defeito: os primeiros suspeitos apresentados, normalmente apresentam fortes pistas que levam a pensarmos que eles são os assassinos. Não são. O assassino é, na verdade, um personagem recorrente, que passou batido pelo episódio; isso é algo que pode ser melhorado, para que não caia na mesmice. No mais, Dana Delany continua perfeita, dando o tom certo à personagem, o elenco como um todo é muito bom. Direção e trilha sonora são outro destaque da série.

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