American Idol!

O Melhor Reality Musical EVER

The Vampire Diaries

Esqueça Crepúsculo e assista The Vampire Diaries

Fringe

Fringe é Fringe, sem mais

Supernatural

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Falling Skies e Teen Wolf vem aí! Confira primeiros minutos!




A segunda temporada de Teen Wolf, seriado sobrenatural adolescente da MTV, estreia no próximo dia 3 (no Brasil, provável que em agosto, pela Sony) e Falling Skies, a série alienígena da TNT, no dia 17 (dia 22 pela TNT brasileira). Ambos os seriados sempre receberam argumentos positivos e negativos, porém, suas cenas de drama e ação não afastaram a grande audiência - prova disso são as renovações. O episódio que inicia esse segundo ano de Falling Skies terá nada mais, nada menos que duas horas de duração e o primeiro episódio de Teen Wolf desse ano se chamará "Omega". Sabemos que os vídeos abaixo não são novidade, porém, para os que ainda não viram - e podem ficar mais ansiosos ainda -, seguem os primeiros minutos do primeiro episódio das novas temporadas de Teen Wolf e de Falling Skies.
         

         


         


Meu nome é Josh Baconi e estarei acompanhando e fazendo as reviews desses dois seriados, os quais eu recomendo pra valer! Aguardo vocês por aqui!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Primeiras impressões - Continuum





Surgiu minha nova queridinha da Summer Season!

Todos sabem que Summer Season é período de vacas magras, poucas séries de qualidade vão ao ar nessa época e dificilmente duram muito, mas quando uma ou outra se destaca e mostra um bom roteiro com uma boa produção, ela vira a minha queridinha e minha forma de aplacar a falta das séries da Fall Season, assim como Suits fez ano passado, Continuum fez esse ano.
Adorei a série, personagens, atores, roteiro, produção e principalmente a trama, enfim, posso dizer que a série me fisgou no primeiro episódio.

Continuum mostra Kiera Cameran, uma policial do ano de 2077, um futuro dominado pelas corporações privadas por causa do governo falido que vendeu o direito de governar para essas corporações e essas corporações retiraram a democracia e impuseram uma espécie de ditadura.
Quando uma organização extremista que luta pela liberdade tenta fugir para o passado e mudar o futuro, Kiera se vê obrigada a ir junto para impedir isso. O que é estranho, pois a sinopse dá a entender que Kiera foi para o passado por escolha dela, porém, obviamente não foi isso que aconteceu. Afinal, ela correu para impedir uma tentativa de fuga, o que ocorreu do mesmo jeito, mas ela não tinha como saber que eles voltariam para o passado, muito menos para 2012.

Aparentemente a série vai seguir o mesmo caminho procedural de Person Of Interest, com a diferença que a historia principal é mais viva aqui e não acredito que eles vão prender um por episódio ou algo assim, afinal, não passa de oito presos que escaparam, mas esses presos são os piores da organização. Além disso, a série só vai ter 10 episódios nessa temporada, não há muito tempo para casinhos da semana.

Mesmo adorando o episódio, achei alguns probleminhas bestas, mas ainda sim são problemas. Para começar eu achei meio forçado a rápida ambientação dela ao ano de 2012, 1h depois de “pousar” no passado ela já tava dando tiros com armas que são totalmente diferentes das armas do futuro e já estava se misturando a força policial local para pegar os caras, mesmo sendo do futuro, sem identidade nenhuma e sem conhecer ninguém além de Alec, um gênio dos computadores que estava na mesma freqüência de comunicação que ela estava tentando pedir reforços. Além disso, a ambientação dos criminosos também foi muito rápida, num momento eles estavam fugindo do local de “pouso”, no outro estavam assaltando um banco e matando policiais feito formigas.
Eu aceitei, pois não tinha como eles conseguirem fazer uma ambientação mais elaborada e apresentar a trama junto com os personagens em 45min de episódio e acredito que eles vão mostrar mais esse lado nos próximos episódios.

Tirando esses pequenos probleminhas, o episódio correu bem e eu nem senti passar, Rachel Nichols me convenceu como policial Bad-ass, além de ser linda, é uma boa atriz. Adorei o twist do Alec no final, abrindo uma brecha para outra grande trama, mostrando que ele tem grande papel no futuro e que vai ser peça importante nesse quebra cabeças. Não fui muito com a cara do detetive, mas entendo que ele é peça importante nisso tudo, pois sem a ajuda dele, ela não vai conseguir ir longe. Achei épico aquele traje dela, o traje faz de tudo, desde ficar invisível até assaltar caixas bancários, gostei também da biotecnologia que os policiais do futuro têm, pelo o que eu entendi, o comunicador fica dentro da cabeça dela e quem ela se comunica pode, além de ouvir o ambiente, ver também, nesse caso, o Alec vê e ouvi tudo que ela está fazendo.
As duas teorias que ele apresentou a Kiera sobre a viagem ao passado dela são bem plausíveis e bem abordadas, ele não tem teoria de como ela veio, mas sim de como isso vai afetar o futuro.

A série tem muito a mostrar e muito potencial, se manter a qualidade desse piloto, será uma das melhores surpresas da Summer Season.
O piloto cumpriu com seu dever, que é deixar o espectador com vontade de ver mais, por esse motivo também eu acredito que vai ser um sucesso, pois o piloto teve uma audiência sólida e acredito que essa audiência vai se manter.

Evitei revelar muito sobre episódio, pois o intuito das primeiras impressões é apresentar a série, mas pretendo continuar com reviews semanais dessa série, ai sim eu aprofundarei mais nos episódios.
Até a próxima!

terça-feira, 29 de maio de 2012

The Killing – 2x10 – 72 Hours


Quando a vida pessoal dos investigadores é mais interessante que o caso principal, o que fazer? Sim, isto acontece em The Killing, tudo relacionado à Linden seu antigo caso e seus traumas me interessam mais que os possíveis suspeitos do caso “Rosie Larsen”. Este episódio foi o que eu esperava, desde quando foi citado sobre o caso relacionado ao desenho das árvores, queria uma explicação, um episódio flashback, qualquer coisa para suprir minha curiosidade, e deu certo.

Todas as perguntas que Linden respondia no hospital psiquiátrico eu imaginava uma cena, uma após a outra. Desde quando ela perdeu seu casamento para fechar o caso, acho que todos desconfiaram que não fosse apenas emocional, tinha alguma coisa a mais relacionada. Sua história de abandono foi o que mais marcou, não foi um simples abandono, foi uma tortura. Abandonada no escuro, sem ninguém por perto, uma criança de cinco anos, essa é a semelhança com Rosie e o menino dos desenhos, nos dois casos, as morte envolviam um grande medo, e as vítimas ficaram presas em lugares escuros.

O garoto dos desenhos não morreu, mesmo assim ele era uma vítima. Por falar no garoto, durante o desabafo de Linden, pensei em uma possibilidade que havia pensado na temporada passada, será que Jack é o menino do antigo caso de Linden? Olhando pelo lado de que aquela criança não tinha seus pais e foi para a adoção, poderia ser uma ótima aposta. Mas por outro lado, Jack tem pai e nunca apresentou nenhum sinal de trauma psicológico, logo descarto.

Stan quer se redimir para ele mesmo e para os filhos, ele quer uma vida nova, se desculpar com as pessoas que magoou ou teve algum atrito. Terry voltou para os garotos, tenho quase certeza de que se Mitch não voltar rápido, a imagem de mãe vai ficar com a tia. O momento mais emocionante do episódio foi Stan ligando para Rosie, bem no fundo ele tinha alguma esperança dela atender a ligação. A evolução do personagem demorou e oscilou entre as temporadas, mas finalmente veio.

Richmond e sua interminável campanha conseguiram mais um passo, apenas um, pois parece que está engatinhando (sem trocadilhos com sua condição, =D). Gwen achava que tinha uma carta na manga com o prefeito, mas nada deu certo, então ela teve que improvisar, aquele vídeo foi bem natural e uma ótima sacada, por isso ela é bem disputada no meio político.

Cheguei à conclusão que o chefe de polícia não é mau caráter, ele é pau mandado e inocente o suficiente para se deixar levar pelas tramóias do prefeito. Holder descobriu que está tudo ligado, o prefeito, Janek e o pai de Jasper (que eu nunca lembro o nome). Todos estão armando uma coisa muito maior que um simples assassinato, mas no que depender de Linden essa “turminha da pesada”, vai todo mundo para a cadeia.

OBS1: Ansioso pela finale, quero saber logo do assassino de Rosie e se a série for renovada, eles podiam tratar mais de Linden, a coitada vive largada, explorar mais do passado da personagem seria interessante.

OBS2: Tive uma imagem muito negra sobre o antigo caso, ainda mais quando ela diz acreditar que o assassino está à solta, não foi à última vez que ouvimos sobre ele, certeza de que em uma possível terceira temporada ele virá à tona.

OBS3: Chef  Jackson mandou arrumar o décimo andar, encobrindo tudo e fazendo Linden passar por louca e Holder mentiroso.

Dois anos do blog "Viciado em Série"!


Um certo dia, daqueles que a gente não tem nada pra fazer, decidi colocar um DVD de série pra assistir. Até então, detestava séries, assistia apenas filmes, pois, não tinha paciência com elas. O DVD era o disco 1 da 1ª temporada de LOST. Em quarenta em poucos minutos viciei de uma forma que não consegui mais parar. Resolvi então juntar o útil ao agradável. Uni a minha paixão por escrever com a minha nova paixão. Séries.

Após passar por um estágio no extinto LostHome, resolvi criar um blog sobre séries. Nascia então, em uma tarde do dia 29 de Maio de 2010, o "Viciado em Série". Um blog com a intenção de comentar, informar, entreter e fazer amizades. Consegui. Hoje o "Viciado em Série" completa dois anos de vida. Com a ajuda dos colaboradores e dos leitores, estamos construindo um local onde todos possam se divertir, lendo e ouvindo sobre esse vício que é séries, mas acima de tudo, feito com amor.

Obrigado a todos que fizeram parte de algum jeito da história do VS.

Community: Exposição de Arte "Seis temporadas e um filme"


Mais uma vez os fãs de Community usam de suas imaginações para homenagear a série. Dessa vez, é diferente de quando designers se reuniram para criar os Community-X. Trata-se de uma exposição de arte.

A Galeria de arte PixelDrip situada em Los Angeles decidiu sediar uma exposição de arte baseada na série. A exposição chama-se "Seis temporadas e um filme", um mantra dito na série e disseminado pelo fãs. A exposição contará com a presença dos principais atores da série como Joel McHale, Jacobs Gillian, Pudi Danny, Nicole Yvette Brown, Alison Brie, Glover Donald, Rash Jim, Ken Jeong e Chevy Chase .

Confira abaixo algumas imagens dos produtos que fazem parte dessa exposição, que será aberta ao público nos dias 23 e 24 de Junho.

  

  

  

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O Final da 3ª Temporada de #Glee


Putz!

Fim de temporada em Glee, basicamente é assim: baile de formatura e nacionais. Esse ano, as coisas foram um pouco diferente, pois, os principais personagens da série se formariam, pondo dúvidas no futuro que a série estaria tomando. Uns formaram, outros ainda não e outros irão repetir de ano. Mas o que marcou mesmo esse final de Glee, foi o dramático "final" dado para os dois principais personagens da série. Rachel e Finn.

Não dá pra começar escrevendo sobre o final de Glee sem ir direto a esse assunto. Começamos a acompanhar Glee, focando no casal "Finchel" e de lá pra cá, a dupla se tornou a mais querida de toda a série. As indas e vindas muitas vezes, foram irritantes, mas ninguém ousava descartar o casal, ou se quer, diminuir o interesse. Em uma cena que considero a mais emocionante de toda a série, Finn "liberta" Rachel, provando ser um cara maduro, responsável e que acima de tudo, sabe respeitar o sonho das pessoas. Todos querem vê-los juntos, é claro, mas a separação era necessária. A vida não é feita de ilusões e sim de situações. A separação vai ajudar Rachel a realizar seu sonho, mesmo que isso provoque dor. Finn poderia ir morar com Rachel, mas nesse momento, atrapalharia ambos.

Série é assim: interesses financeiros definem muitas vezes o futuro da série. Caso os personagens principais não estivessem garantidos na próxima temporada, Ryan Murphy não seria louco de dar um fim "infeliz" para "Finchel". Eles voltarão. Eles terão um final feliz, agora, dentro de suas vidas adulta.


A cena da partida de Rachel, recebendo os comprimentos de todos, com Finn de fora correndo atrás do ônibus é um clichê, mas não deixou de ser emocionante. Acredito que não exista um Gleek se quer que não deixou lágrimas escorrerem descontroladamente em seus rostos. Eu assumo.  

Mas houve muito mais assuntos alegres do que tristes no fim da temporada de Glee. Finalmente os New Directions venceram as Nacionais! \o/. Ryan Murphy não seria capaz de formar o pessoal sem dar-lhes um título como esse, principalmente para Mr. Shuester. Nosso professor preferido foi muito bem premiado: venceu as nacionais; foi super homenageado, sob todos os lados; e ainda recebeu o prêmio principal. "Tem alguma coisa diferente em você, Emma!" Diz Sue, matando a gente de rir e encabulando a nossa "esquizitinha". Sensacional.

Tal como praticamente tudo nesses últimos episódios. Os assuntos foram resolvidos com critério e relevância. Chegamos em um momento em que tudo estava a "mil maravalhas". Os plots foram encerrados de forma coesa, do jeito que todo Gleek sonhava. Uma homenagem mais bela do que a outra; uma canção melhor do que a outra, simbolizando o assunto em questão. 


Considero a 3ª temporada de Glee como a melhor da série, apesar de alguns episódios horríveis. Ryan Murphy soube dá o que queríamos, sem fechar a história, sem mandar embora nossos ídolos. Ele é um cara de bom coração. Prova a todo momento em Glee, como provou em The Glee Project. Basta agora sabermos como encaixará a vida adulta dos Gleeks formandos com o cotidiano dos novos e velhos alunos do McKinley. Os episódios finais trouxeram muita alegria e emoção, porém, o sentimento que fica é de ansiedade. Ansiedade para a 4ª temporada, para revermos novamente nossos heróis e acompanhar o desfecho desses, que já fazem parte de nossas vidas.

domingo, 27 de maio de 2012

Dexter: Teaser da 7ª Temporada

"Talvez tudo seja do jeito que deveria ter sido"

O Show Time liberou hoje um teaser da 7ª temporada de Dexter. A temporada já está sendo produzida, contudo, o vídeo com apenas 15 segundos de duração, não contem cenas inéditas.
A nova temporada tem data para estrear dia 30 de Setembro. Lembrando que a 8ª temporada de Dexter também já está garantida.

          
Fonte vídeo: Dexter Brasil

Community - 3ª Temporada


Uma temporada que dividiu opiniões, muito pularam o barco aqui e muitos que ainda ficaram disseram que Community já não era mais a mesma. De fato a serie mudou muito de sua dinâmica nessa temporada, um dos motivos certamente foi a mudança do time de roteiristas da serie no inicio da temporada. Apostando mais na dinâmica do grupo a serie trouxe interessantes elementos novos na interação dos personagens, o que causou estranheza, mas também surpresas agradáveis.

Houveram plots ruins é verdade dentre eles cito a “vocação” de Troy para ser reparador de ar condicionados, uma historia desinteressante e que embora tenha rendido piadas originais foi o mais fraco da temporada, destaco também o inicio irregular da empreitada de Chang em tomar o poder sobre Greendale que rendeu um episódio temático lento e confuso (3.03 - Competitive Ecology).

Porem, no fim essa temporada de Community foi digna de aplausos, a serie se tornou um pouco mais política e desenvolveu melhor as relações de seus personagens . Política porque tivemos episódios como 3.02 - Geography Of Global Conflict e 3.21 - The First Chang Dynasty que fizeram piadas com os gestos vazios da política mundial, seu modo corrupto de funcionamento e principalmente os mecanismos de opressão de inúmeros governos ao redor do globo. 

Quanto ao desenvolvimento dos personagens isso ficou evidente, mas colocando tudo em ordem Abed teve sua loucura questionada nesta temporada; Annie aprendeu que nem tudo estará sobre seu controle; Britta abraçou de vez a insanidade e ainda sim aprendemos que ela era fruto de intenções inocentes e sinceras; Jeff embora tenha se mostrado mais narcisista do que nas temporadas anteriores é o cara que sempre manteve o grupo unido nos momentos de crise e Troy finalmente aprendeu o peso das responsabilidades e que as vezes elas significam abrir mão de simples prazeres da vida.

Mas os grandes destaques ficaram por conta de personagens que antes mal apareciam: Shirley, Pierce, Chang e Dean Pelton. Shirley e Pierce evoluíram bastante nessa temporada, entendemos melhor seus sentimentos (3.06 - Advanced Gay e 3.11 - Urban Matrimony And The Sandwich Arts) e suas presenças ficaram mais evidentes quando estabeleceram um vinculo mais forte com os outros membros do grupo (3.09 - Foosball And Nocturnal Vigilantism e 3.20 - Digital Estate Planning).

Dean Pelton foi icônico, o excêntrico reitor de Greendale foi uma presença forte na temporada, sua obsessão por Jeffrey rendeu um curioso numero musical em 3.07 - Studies In Modern Movement e o episódio 3.08 - Documentary Filmmaking Redux que mostrava sua obseção em fazer um comercial perfeito pra Greendale foi um dos episódios mais divertidos de toda serie. Mesmo em aparições breves o reitor roubava a cena com seus figurinos um tanto quanto exagerados, e no episódio 3.19 - Curriculum Unavailable (Cuja a estrutura narrativa foi idêntica ao também excelente 2.21 - Paradigms Of Human Memory) descobrimos o quanto o personagem é importante também para o grupo e os motivou a resgatá-lo para tomar o poder de Greendale que se encontrava nas mãos do insano Chang que nesta temporada ganhou muito destaque e ainda que seu plot tenha um inicio irregular como já havia dito anteriormente, foi ótimo ver o personagem tocando o terror em Greendale e é inegável que valeu a pena dar mais espaço ao personagem.

Na temporada destaco os episódios: 3.02 - Geography Of Global Conflict, 3.04 - Remedial Chaos Theory, 3.07 - Studies In Modern Movement, 3.08 - Documentary Filmmaking Redux, 3.16 - Virtual Systems Analysis e 3.20 - Digital Estate Planning (E menciono aqui também os episódios 3.10 - Regional Holiday Music e 3.17 - Basic Lupine Urology que embora pense se tratarem dos piores episódios produzidos pela serie ganhou destaque dos fãs por tirar sarro de series como Glee e procedurais policiais, que eu não vejo).


No fim de tudo tivemos uma renovação agridoce, teremos 13 episódios nesta quarta temporada (o que acho ser um numero ideal para qualquer serie, por mais fantástica que ela seja), entretanto com a mudança do time criativo por trás da serie é pouco provável que Community continue com o mesmo espírito que a serie sempre teve. Vou dar uma chance, naturalmente, mas sei que para muitos Community está oficialmente cancelada depois disso, se ela estará tão fantastica quanto sempre foi? Só o tempo dirá!

Video com grandes momentos da 1ª parte da temporada (Sem legenda)


Nota: 8,5

sábado, 26 de maio de 2012

O Final da 1ª Temporada de #Revenge


Série é assim: Acima de tudo, há inúmeros interesses comerciais envolvidos e muitas vezes, eles interferem diretamente no andamento da história. Serie tem que render, principalmente quando está dando lucro. Uma curiosidade que assolava-me durante toda a temporada de Revenge, era como os produtores iriam fechar a história da temporada, pois, a base era toda na premissa da série. 

Parecia Revenge não teria futuro e a série só conseguiria uma temporada. Num certo momento de seu season finale, tudo (quase) estava satisfatoriamente resolvido. Nada espetacular, mas resolvido. Acredito que se a série fosse cancelada, eles terminariam ali mesmo, acrescentando algumas coisinhas e "todos" viveriam felizes para sempre. Ems conseguindo sua vingança sem passar por cima dos critérios ensinados por seu pai; Ems e Jack se entendendo, com Ems contando toda a verdade; a família Grayson sendo destruída sem sangue derramado, levando cada um o fim que merece,... mas o mais difícil de uma série não é chegar ao topo, mas manter-se lá. 

A trama foi orquestrada muito bem por Ems e Nolan. Eles conseguiram jogar aos poucos, um Grayson contra o outro, destruindo uma família da pior forma possível e dolorosa. Daniel foi usado e muito bem usado por Ems e Conrad tornou-se o vilão da história, pois, fazia de tudo (errado) para "proteger" sua família. Por outro lado, Victoria - tida como A vilã da série - terminou quase sendo uma heroína. Gostei muito dos últimos acontecimentos da série, mas não gostei dos cliffhangers deixados. 

E nem estou empolgado. Tudo vai depender de como irão amarrar as pontas deixadas soltas nesse season finale, quando a série voltar. O reaparecimento da mãe de Ems tem que ser tão bom quanto à vingança estabelecida. O caso David Clarke ainda assola Ems e com certeza, ela ainda tentará limpar o nome de seu pai.


Revenge é tida como "série-novela". Eu adoro série, mas odeio novela.  Muitas vezes os personagens passam por reviravoltas melodramáticas o tempo todo, mas em Revenge, a trama não caía em repetição, fator pelo qual, fez-me acompanhar a série. Mas, porém, contudo, todavia, os clifhangers ilustraram a parte novela e não a parte série.  

O desânimo maior é que vamos acompanhar no-va-men-te Ems e Jack nesse dramalhão todo. Não gostei da volta da Amanda Fake naquele momento. Poxa, adorei o reatamento emocionante em cima da morte de do cão Sammy, até emocionei-me, pra depois vierem com isso? Pensava que Jack seria um ótimo aliado para Ems e Nolan, na batalha contra os Graysons, acrescentado de uma conspiração ainda maior revelada no final. Ems já tem coisa de mais para resolver na próxima temporada. Como disse, série é assim mesmo, tem que render, mas também, tem que ter resoluções e novos dramas. 

Você deve estar achando que eu odiei a série ou odiei o season finale. Pelo contrário. Gostei de toda a temporada, mas esperava ter gostado ainda mais. Tinha como gostar mais. Gostei mas não amei. Queria amar. 


Segundo entrevista dos produtores, eles tem intenção de esclarecer rapidamente as principais dúvidas levantadas no season finale e ainda criar outras. Essa notícia dá-me esperança de que a série irá sair do lugar, desenvolvendo excelentes plots, daqueles que acompanhamos na temporada de estreia. Contudo, a minha volta vai depender confirmação de Madeleine Stowe (Victoria) na próxima temporada.

Se Victoria realmente morreu (não acredito) naquele desastre manipulado por Conrad eu infelizmente largarei a série porque sem Madeleine Stowe, não tem Revenge.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O Final da 4ª Temporada de #ParksAndRecreation!

Comentários referentes aos episódios 4x21 "Bus Tour" e 4x22 "Win, Lose, or Draw". 

Apesar de não ter gostado inicialmente da trama principal escolhida para essa temporada, concluo que Parks soube dar um fechamento digno, exaltando o que a série tem de melhor, que é o entrosamento dos personagens. Muito divertida, engraçada e até mesmo emocionante. Essa é a Parks que aprendi a amar e aprendi a dizer com todas as letras e sem medo que é a melhor comédia da atualidade. 

Os últimos episódios foram fantásticos. Estava incomodado com o excesso foco dado a Leslie durante a temporada, mas os produtores botaram todo mundo para trabalhar em pró da candidatura e geraram momentos fantásticos, ilustrados muito bem nesses dois últimos episódios. 

Começamos a acompanhar o desfecho da campanha de Leslie em "Bus Tour", quando toda a equipe se reuniu para dar início à "batalha final", e olha, teve até ajuda de um agente do FBI. Não poderia estar falando de outra pessoa, a não ser Andy, é claro. Roubou muitas vezes a atenção e nos propôs ótimos momentos. O mais engraçado foi vermos (como sempre) a "aprovação" total de April. O Águia 1, Águia 2, "já comi" e "tô comendo", fez-me rolar de rir, literalmente. A investigação de quem atirou a torta, acertando em Jerry, também foi sensacional! E pior que ele conseguiu desvendar o "crime"

Enquanto isso no último dia de campanha, Leslie segue com seus discursos, mecanicamente engraçados, mas acaba se deparando com uma gafe. Caiu na "pegadinha do malandro" e desceu o cacete no pai de Bobby Newport, apenas descobrindo depois, a sua morte. Esse fato foi a base do episódio e gerou ótimas piadas, ótimas situações, principalmente as mestradas por Bobby Newport. Ele foi o oponente de Leslie o tempo todo, mas mesmo assim foi um ótimo personagem. Amei. Como não amar.

Detalhe: Chris deprimido é impagável! Conseguiu uma "parceira" adequada para matar a sua depressão. Ótimo "FIM" dado pelos produtores para a dupla.


Mas foi em "Win, Lose, or Draw" que todos os sentimentos mencionados até então, foram exaltados ao máximo. Chegou a hora de descobrirmos se Leslie seria ou não eleita vereadora. Confesso que que não sabia se torcia contra ou a favor. Gostava mais da série quando era baseada nos casos do escritório e na vida pessoal dos personagens. Nessa temporada, achei focada de mais na candidatura de Leslie, chegando a torcer veementemente para que perdesse a eleição. 

Mas os últimos episódios fizeram-me mudar de ideia. Leslie venceu! \o/ Para nossa alegria e para alegria também incrível Bobby Newport. Seu sonho foi realizado e nada é mais importante do que vê-la realizar seu sonho. Nenhum sub-interesse deve ser relevado, ok Sr Fábio Lins?! (rs) 

Seguindo aquela máxima de perder primeiro pra depois ganhar, Leslie foi condecorada como vereadora Pawnee, engraçadamente emocionante com pitadas de seriedade. Claro que iria ter confusão na contagem de votos. Que regras malucas! Ainda bem para Leslie que não deu empate. Ainda bem que Leslie não perdeu por um voto, não é verdade Jerry? 

Quem seria o vencedor era o que mais importava, mas os assuntos secundários foram bem engraçados e muito bem resolvidos. Ben aceita o convite para trabalhar em Washington; Ann e Tom se "reataram" a base de muita cachaça; April e Andy continuam vivendo felizes para sempre a base de muita loucura, mais uma vez sendo salva por Donna; Ron não apareceu muito, mas nem precisava, apenas seu olhar já diz tudo; e Jerry,... falar o quê de Jerry? O idiota mais amado e mais trollado da face da terra. Parei. 

Fim de temporada, que pena. Felizmente a série foi renovada para a próxima temporada e com encomenda completa. 22 episódios. Aguardando ansiosamente e louco para acompanhar a vida de Leslie na câmara e curioso pra saber como os personagens secundários serão inseridos na trama principal.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

American Idol 11: A América tem um novo ídolo!


Os americanos escolheram o seu 11º ídolo. Justo ou não, foi democrático. Aliás, essa é a única forma de escolher entre dois fenômenos da música americana. Foram 132 milhões de votos que definiram o vencedor. 

Jessica e Phillip foram os meus favoritos desde o início, mas outros também tinham condição de chegar à final. Sempre digo que na competição têm que matar um leão por semana. Ambos chegaram a final com condições de ganhar. Depois de uma noite onde apresentaram seus novos singles e executaram outras duas belíssimas canções cada, qualquer resultado era aceitável. 

Acredito que Jessica saiu-se vencedora do Top2. Apesar de seu single ser bem inferior ao executado por Phillip, a culpa não foi dela. Ela executou perfeitamente. A música que é ruim mesmo. As canções que executou anteriormente foram belíssimas e perfeitas. Simon Fuller escolheu canções previsíveis, mas bem escolhidas, enaltecendo o gênero de cada um.

Eu vejo as apresentação de Phillip e digo: "Putz, ele é bom de mais!". Depois vem Jessica e solto o mesmo comentário. É difícil escolher, mas dá pra tirar algo para distinguir-os, mesmo com o gênero totalmente diferente. Phillip é ótimo, mas se ele fosse menos preguiçoso e mais ousado, não teria pra ninguém. Mas ele tem um jeito de apresentar bem confortável para nossos olhos. Ele tem um timbre único e envolvente. Ótimo cantor, musico, compositor, artista completo. Caso ouse mais em sua carreira, com certeza obterá sucesso. 

Já falta ousadia é uma frase que não faz parte do vocabulário de Jessica. Não tem medo de interpretar os maiores sucessos da música mundial, como provou ao longo da temporada. Excelente cantora, indiscutível. Perfeita? Não. Mas ela só tem 16 anos. Mantendo a ousadia e adquirindo experiência, não tenho dúvidas que será a nova diva da música mundial, desde que... consiga uma equipe de produção para dar-lhe-a músicas que tem a sua cara e não como a do péssimo single apresentado no Top2. 

A grande final foi uma tradicional festa, como todo ano acontece em American Idol. Podiam inovar um pouco em alguns aspectos, mas foi bom. É sempre bom. Destaque para a boa apresentação de Rihanna, para a ótima apresentação de Jennifer Lopez, além da magnífica presença de Aerosmith. Como sempre acontece, duetos entre artistas com participantes foram bem vindos. Mata um pouco nossa saudade daqueles que foram. Momentos "bloopers" sempre são engraçados. Destaque para Jimmy e suas mancadas na hora de dar bronca nos jurados.

A festa nos deu um presente. Um fantástico dueto dirigido por Jessica Sanchez e Jennifer Holliday. Simplesmente sensacional!


Outro ponto alto da noite, foi a bela homenagem a Robin Gibb, integrante da lendária banda Bee Gees, morto essa semana aos 62 anos. Os meninos fizeram bonito.

Mas o que todo mundo queria saber mesmo é quem seria o grande vencedor da 11ª edição do American Idol. Ryan Seacrest, no melhor jeito "após 132 milhões de votos" declarou o vencedor da edição. Não tem o que dizer mais a não ser, parabéns Phillip Phillips! Merecido!

 
PS: Acredito que as críticas que os jurados deram à Jessica na apresentação de seu single no Top2, foram preponderantes para a derrota da cantora. Jessica sempre esteve a frente de Phillip na opinião popular. Considero as críticas recebidas um pouco injustas e fortes. O ovacionamento do single de Phillip também foi exagerado. Ele nem apresentou o que tem de melhor no Top2. Mas como disse, não considero injusta. No balanço final, ficou de bom tamanho.

The Killing – 2x09 – Sayonara Hiawatha


Outro episódio que fez seu papel, mostrando um lado dos personagens que nunca presenciamos, os produtores de The Killing vêm me surpreendendo, pois construíram uma ordem cronológica para Linden e Holder, uma ordem onde eles evoluem e crescem mostrando faces que ainda não foram apresentadas ao público. Desde o lado emocional de Linden a amizade e companheirismo de Holder.

Dois personagens que tinham tudo para ficar em uma relação fria e distante, mas que se transformou em uma parceria. A prova final de que Holder é o parceiro de Linden foi onde o chefe diz que ele precisa pular do barco e o detetive simplesmente ignora. Como todos os episódios ao longo da temporada, este também teve sua carga de tensão bem balanceada, entre o início e o fim.

Holder ameaçando Gil foi bom, mas receio que ele não vá ficar parado e esperar. Creio que tenha um chefe muito maior que ele, suspeito do prefeito pelo fato de ser o mais óbvio, mas nem sempre o mais óbvio é o verdadeiro. Gwen queria usar sua carta na manga, o abuso sofrido na infância (está na moda revelar essas coisas) para derrubar o prefeito, mesmo que ela conseguisse duvido muito que um homem tão ambicioso quanto ele iria ceder a essa chantagem.

Holder e Linden depois da visitinha a Gil invadiram seu depósito e pegaram a chave que foi decisiva para a evolução do caso, mas fiquei um pouco preocupado com a invasão, pensei que Gil fosse esperto o bastante para pensar nesta possibilidade e aparecer por lá. O novo chefe de polícia adora atrapalhar as investigações, ou melhor, a investigação, pois ao que me parece ele só tem o dom de interferir no caso de Rosie, o que reforça minha teoria de que a garota estava envolvida com alguém de alto poder na cidade, para realizar seu plano de ir embora e conhecer o mundo.

A família Larsen parece nunca encontrar a felicidade, são duas temporadas e parece que a morte de Rosie foi há muito tempo, sendo que foram apenas a umas semanas atrás. Stan me deu medo, balançando aquele pentelho, que agora antecipou sua entrada para a máfia e começou a matar animais por aluguel, espero mais uma temporada para explicar a chacina dos passarinhos. Mitch voltou e fez uma ótima participação, eu sei que não costumo elogiar a mãe Larsen, mas eu gostei de ver essa busca pelos últimos passos da filha.

Final do episódio, Linden narrando os momentos cruciais antes da morte, foi digamos assim, profundo, pois tudo aconteceu devido as descobertas e a vontade de ver o mundo e experimentar novas sensações que ela tinha.

OBS: Linden e Holder são muito determinados, mas tenho receio que se eles acharem provas concretas que apontem o assassino, nada será feito, simplesmente por Linden estar suspensa e Holder fora do caso.

Top 10: Séries baixadas legalmente e ilegalmente na internet


Esta aí um top 10 interessante elaborado pelo BuzzFeed, onde listam as 10 séries mais baixadas legalmente e ilegalmente no ano passado.

O site usou de fontes divulgadas pelo Itunes para montar a lista de downloads legais e outras diversas fontes  para montar a lista de ilegais, principalmente, disponibilizadas por sites que hospedam arquivos torrent.

Se fizermos uma média entre as listas, com certeza Dexter é a série mais baixada na internet. 

Confira a lista, que provavelmente, você ajudou a montá-la

Top 10: Downloads Legais

1º - Doctor Who
2º - Modern Family
3º - Dexter
4º - Breaking Bad
5º - True Blood
6º - Top Gear
7º - Glee
8º - Entourage
9º - Archer
10º - The Walking Dead

Top 10: Downloads Ilegais

1º - Dexter
2º - Game of Thrones
3º - The Big Bang Theory
4º - House
5º - How I Met Your Mother
6º - Glee
7º - The Walking Dead
8º - Terra Nova
9º - True Blood
10º - Breaking Bad

House: O Series Finale na opinião de quem nunca assistiu nada da série


Exato. Existe um "viciado em série" que nunca assistiu um episódio sequer de House.

É inegável que House é/foi uma das séries mais importantes dos últimos anos. Mesmo quem nunca assistiu-a, sempre ouve falar, sempre absorve um comentário aqui e outro ali. Particularmente, acompanhava a série pelas notícias, mas nunca "consegui" assistir um episódio da série, porém, era uma das séries mais propensas para eu iniciar uma maratona, contudo, com o fim anunciado, fiquei confuso de iniciá-la ou não.

Resolvi então assistir o series finale, sem ao menos ter assistido nada da série. Sabia que não seria nada impossível, mas também não seria fácil. O gênero "hospitalar" nunca foi meu favorito, principalmente recheados por casos procedurais típicos americanos - aqueles que baseiam um paciente por episódio. Esse é um dos motivos pelo qual eu ainda não ter iniciado a série, adicionado pela imensidão de episódios. Maratona de 8 temporadas completas, não é fácil. Contudo, nunca descartei-a.

Comecei vendo o series finale e de cara deparei-me com House abrindo os olhos e pensei: "Putz! Referência a LOST em House? Porque não tinha assistido essa série ainda?" Se é referência ou não, sei lá, mas veio-me essa ideia, apesar de que não foi LOST que inventou isso, mas com certeza foi a série que disseminou.

O episódio foi muito bem construído. Achei que deram um bom fim a série, mesmo nunca ter assistido-a. Assisti sem nenhum tipo de emoção, é claro, mas foi bom para analisar o episódio imparcialmente. De cara já simpatizei-me pelo protagonista. Aquele jeitão grosseiro, mas com bom coração. Um médico fodão, mas capaz de tudo para conseguir seus objetivos, mesmo agindo contra a lei. Foi a minha vaga impressão e é claro, especialistas em House, corrijam-me se estiver errado.


Vimos House chapadão, dentro de uma casa pegando fogo, tendo que tomar a decisão da vida ou da morte. House devia ter muitos motivos para morrer, mas suas alucinações fizeram com que pensasse melhor, decidindo viver, forjando sua morte e vivendo "feliz para sempre" com seu amigo a beira da morte.

Achei uma finalização fantástica e emocionante. Felizmente, não vieram com a "grande" artimanha de matar o protagonista no fim da série, como vemos outras diversas. Dá pra fazer um bom final sem matar a pessoa mais amada da série. House provou que dá. Adorei. 

O tom cômico foi bem adicionado. As palavras de Wilson em seu funeral fizeram-me ir do inferno ao céu. Começou com um discurso forçado, escondendo a sua principal opinião, mas não aguentou e sentou a garganta, lamentando a desistência de vida de seu amigo. O "cala boca idiota" foi hilario! Adorei. A série termina com um "feliz para sempre" tradicional, mas não forçado. 

"Câncer é chato" A última frase de House, sentando em sua moto ao lado de seu amigo também motorizado, foi curta mais com inúmeros significados. No bom estilo "Motoqueiros Selvagens" partirão rumo ao que resta de suas vidas, mas vivendo-as intensamente. 

O episódio despertou-me uma curiosidade imensa de conhecer a série, mas não a ponto de sair loucamente comprando os DVDs. Mas prometo que um dia verei. Antes de morrer, eu assisto.