A temporada 2012-2013 da TV americana está oficialmente encerrada. Sendo assim, o Deadline divulgou uma tabela onde ranquearam a partir de números médios de audiência obtidos pelos programas das principais emissoras da TV aberta americana, NBC, FOX, ABC, CBS e CW. A tabela envolve 152 programas, incluindo séries, reality shows e o futebol americano.

Abaixo você confere duas tabelas: uma referente aos números da demo/share e outra pelos números da classificação por milhões de telespectadores.

Demo/Share:

 

Milhões:

 

Milhões: O número em milhões refere-se ao número de pessoas que assistiram o programa, em geral.

Demo:  Não significa milhões de telespectadores, como muitos pensam. Trata-se de percentagem da área demográfica pesquisada. O Nielsen estabelece que 1.0 na demo (1%) equivale cerca de 1.159.000 residências. Para saber o número de residências que estavam assistindo determinado programa, basta multiplicar esse número pelo número da demo. Os patrocinadores e anunciantes das séries dão importância aos números demográficos.

Share: Refere-se à percentagem referente às TVs que estavam ligadas na CBS naquele momento, dentro do público alvo.


Um depressivo casamento, três sanguessugas, os Segundos Filhos e um covarde com um minuto de coragem marcaram o episódio dessa semana.

Sansa viu seus pesadelos se realizarem, a Stark estava sofrendo com o seu casamento real. Tyrion também estava odiando e resolveu incorporar o seu Eu bêbado para passar pelas humilhações que Joffrey causava a cada oportunidade. Como não odiar Joffrey!? Ele atacou tanto o anão que até Tyrion com sua performance de bêbado não conseguiu evitar uma raivosa ameaça ao rei. Eu acredito que essa ameaça, amenizada por Tywin, não vai ser esquecida tão fácil pelo Joffrey (e Cersei). As cenas em que o anão está bêbado foram bem engraçadas. Acho que ficou bem claro qual será a relação entre Tyrion e Sansa. Ele não vai forçar nenhuma aproximação e ela vai querer adiar a perda da sua virgindade o máximo que puder. Não sei quanto tempo a pura Sansa vai conseguir isso. O anão não vai tentar nada, mas o rei Joffrey já ameaçou ir visitá-la no meio da noite.

Melisandre revelou seus planos para o bastardo de Robert. Depois de ter a falsa esperança de que as coisas melhorariam, Gendry percebeu no que realmente o espera. A cena da sanguessuga foi muito bem colocada, levando em conta a mistura que está esse núcleo (quem leu os livros me entende). O interessante foi ver que Melisandre sabe como lidar com o Stannis (e em como o manipula). Ela já sabia que seu rei iria pedir conselhos a Davos e assim seria desencorajado em sacrificar seu sobrinho. Dependendo do que Stannis ver nas chamas, Gendry não tem muito tempo de vida. Vale lembrar que Stannis nomeou cada sanguessuga enquanto as jogava no fogo (Robb, Joffrey e Balon).

Daenerys continua estudando as forças de Yunkai. E dessa vez ela se depara com os mercenários Segundos Filhos. Somos apresentados aos três líderes, mas o que importa mesmo é o Daario, que demostrou para a mãe de dragões sua lealdade decapitando seus chefes "companheiros". Além dessa demonstração, é fácil perceber que ocorreu uma tensão sexual entre os dois. Faz tempo que Daenerys não se entrega a nenhum homem e parece que ela gostou do mercenário. A cena em que a mãe de dragões conhece os líderes dos Segundos Filhos mostra os preconceitos que ela precisa vencer para se impor como futura rainha de Westeros. Eu tenho a percepção de que Daenerys está aprendendo, desde o começo, em como se portar e a tomar grandes decisões. Para quem não tinha nada, até que agora ela está bem. Mas o caminho até Porto Real é muito longe e ela precisa de muitos aliados ainda. Eu gosto da ideia de ver Daenerys no Trono de Ferro, mas vamos ver o que acontece até lá.

Sam, o covarde, finalmente contribui para a guerra contra os Outros. Não foi muito explicado de que material era feita aquela faca, mas o que importa é que ela mata aqueles seres. O corvo teve um minuto de coragem e cravou a faca no Outro. Até essa parte fez tudo certo, até que resolveu deixar a faca no chão e sair correndo com seus protegidos. O material que se encontra naquela pequena lâmina pode ser decisiva para guerra da patrulha da noite e o covarde corajoso a perdeu.

Vale a pena citar também a amigável conversa entre Cersei e Margaery. As duas são bem espertas e ambas possuem seus interesses. Mas o jogo de Margaery parece não funcionar com a rainha. Acredito que Cersei seria bem mais esperta se entrasse no jogo da falsidade e não fizesse ameaças a casa Tyrell. Lady Olenna não vai ficar muito contente em saber disso e todos sabemos que a velha também possui seus jogos e interesses.

O episódio dessa semana atendeu as expectativas. Um casamento já passou e mais um acontece até o final da temporada. Muito ansioso por essa season finale e acredito que vocês também. Espero que estejam gostando das reviews... e comentem sobre a série!!!



Uma série sobre Vampiros, tema mais do que interessante, retratado atualmente, especialmente e explicitamente por The Vampire Diaries e True Blood. Claro que vem aí The Originals, mas é um spin-off de Vampire Diaries, então não conta muito.

A série que deveremos contar e que será uma das principais novas atrações do fall season da NBC é Drácula, programa das noites de sexta da emissora, a partir das 22:00hs. Um dia e horário bem "conveniente" para assistirem uma série desse gênero, não é verdade?

Ao contrário das séries de Vampiros mencionadas acima, Drácula não é adaptada de nenhuma obra literária e sim, terá roteiro original, baseada no vampiro milenar mais famoso da cultura por mundial. A série retratará a vida do Conde Drácula quando ele chega em Londres. Ele vai se passar por uma espécie de empresário americano interessado em investir em projetos científicos, mas que se apaixona por uma mulher que se parece com sua falecida esposa.

Sua real intenção é de se vingar das pessoas que arruinaram sua vida, porém, temos que saber se sua nova paixão virá para atrapalhá-lo ou para ajudá-lo, referente seu principal objetivo.


A série está confirmada já a algum tempo e a emissora resolveu exibi-la logo no início do fall season, ao invés de usá-la para tapar buraco em outra estação. Drácula sequer teve seu piloto avaliado, como de praxe acontece com os novos projetos, já recebendo uma encomenda de 10 episódios para sua temporada de estreia. Encomenda de novos episódios não estão descartados.

Criada por Tony Krantz (24 Horas) e Colin Callender, com roteiro de Cole Haddon, a série será ambientada no fim do século 19, precisamente no ano 1890, informação que já nos dá uma noção de figurino, cenário, sotaques, enfim. Será uma série de época baseada em fantasia, recheada pelo Conde Drácula e com muita ação.

Jonathan Rhys Meyers viverá o Conde Drácula. O elenco principal será composto também por:

Nonso Anozie (Renfield), Jessica De Gouw (Mina Murray), Oliver Jackson (Jonathan Harker), Thomas Kretschmann (Abraham Van Helsing), entre outros.


Drácula é uma série que deverá valer a pena conferir. A trama deverá explorar o sobrenatural com uma certa sensualidade. Esperamos que não seja engessada pela NBC, com aqueles típicos episódios com casos semanais. Parece que não será assim. A série deverá ser contada de forma linear, fator preponderante para uma série não se tornar cansativa.

Agora que você já tem as principais informações, assista o trailer oficial da série e diga nos comentários se irá ou não adicioná-la à sua grade no próximo fall season.

  

Especial Novas Séries Fall Season 2013: Marvel's Agents of SHIELDRay Donovan


E ai viciados em Nashville, vamos a mais uma review da série!!

Vamos começar falando da Scarlett que estava tãaaao fofa no palco, cantou “ Looking for a place to shine” música que por sinal eu ameeei sem contar que ela conquistou tão rápido a platéia e no meio dela quem estava? Avery, que apoiou a ex-namorada. Confesso que tô começando a gostar da nova personalidade dele, enquanto Gunnar está deixando todos muito abismados com suas atitudes e seu novo estilo “bad boy”. Um exemplo disso foi que enquanto Scarlett arrasava no palco, Will e Gunnar se meteram em uma briga de bar e acabaram indo pra cadeia. Scarlett pagou a fiança, mas terminou o namoro com Gunnar. Will continua se aproveitando das situações, cantou para Rayna e ela gostou, a música realmente era bonita, mas ele é esperto demais pro meu gosto.

Juliette e Avery estão se aproximando e até escrevendo juntos, estou curiosa pra saber no que isso vai dar. Estávamos certos sobre a chantagem de Dante, ele pediu à Juliette 10 milhões ou ele iria divulgar a fita com cenas de sexo entre os dois. Mas para surpresa de muita gente, Jolene atira nele e depois se mata por overdose. Tadinha, quis proteger a filha, mas agiu de forma muito errada.


Uma coisa que eu senti falta nos últimos episódios da série foram as briguinhas entre Juliette e Rayna e nesse episódio elas voltaram a discutir. São tão comédias as brigas e as duas retribuem os insultos no mesmo nível.

Rayna e Deacon continuam só no love, mas coisa séria vem por aí. 
Teddy continua temendo pela aproximação de Deacon com suas filhas e Maggie descobre que não é filha de Teddy. Como será a aproximação dela e Deacon?

A Season Finale promete!! “Best for last”
Pelo visto vem muita intriga e descobertas por aí.
Até a próxima galera!!


“James Moriarty não é um homem. Ele é uma aranha. Uma aranha no centro da teia. Uma teia criminal de centenas de fios e ele sabe precisamente como cada uma delas dança.”- Sherlock Holmes.

Moriarty é um dos personagens mais marcantes que você irá conhecer. Seja pelos livros, pelo filme com o Robert Downey Jr, ou, principalmente, pela série britânica “Sherlock”, você irá se apaixonar por ele e se questionar sobre sua sanidade mental por amar tanto assim o vilão da história. Não se preocupe, estamos juntos nessa. Ah sim, se você não conhece a série é melhor correr para assistir antes de voltar aqui, o texto está cheio de spoilers.

Para quem está acostumado ao modelo norte-americano de séries, irá estranhar Sherlock, cada temporada tem apenas 3 episódios e cada episódio tem 90 minutos, mas, acredite, é o suficiente para se apaixonar por todos os personagens da série, principalmente nosso vilão mais querido e grande merecedor do primeiro lugar desse top 5! Ele não aparece logo no primeiro episódio tocando o terror e colocando o nosso herói Sherlock contra a parede. Não, não o Moriarty. Ele é um gênio e Senhor do Crime.

Durante os dois primeiros episódios da série apenas ouvimos seu nome e nos questionamos “Quem será o Moriarty? Aposto que é um velho professor cheio de giz e com óculos na ponta do nariz, que fica em uma biblioteca fazendo seus negócios em uma mesa na penumbra”. Não poderíamos estar mais enganados. Moriarty é jovem e inteligente. Aquele tipo de inteligência que irrita as pessoas, mas que as fazem o admirar ao mesmo tempo. Assim, como o Sherlock. E o primeiro encontro entre eles não podia ser mais emocionante. Bom, na verdade, segundo encontro. Já que no primeiro Sherlock foi enganado por Moriarty. E só por esse feito ele já merece todos os aplausos possíveis. Sherlock não é fácil de ser enganado e conseguir fazer isso sem levantar nenhuma suspeita, é praticamente impossível.

Na segunda temporada temos uma visão maior e mais completa do alcance de Moriarty. Apenas com um telefone ele destranca as portas mais bem guardadas de Londres e, com um toque de botão, nos faz acreditar que ele programou e infectou os computadores com esse código, quando na verdade ele apenas subornou os guardas para abrirem os portões quando recebessem a mensagem. O verdadeiro mestre da ilusão nos mostra que a fraqueza humana é sempre uma porta de entrada para o crime.

Além de tudo, temos a vingança pessoal de Moriarty contra Sherlock. Ele jurou destruir a reputação de Sherlock e o afastar de todos aqueles que ele amava. Claro que ele conseguiu, estamos falando do maior mestre do crime que já existiu. Ele desacreditou Sherlock diante a imprensa e seus amigos, fez com que todos pensassem que o detetive era responsável pelos crimes que Moriarty cometeu e, no fim, a destruição mútua foi inevitável. Porém sabemos que Sherlock ainda está vivo, resta alguma dúvida de que Moriarty também está?

O sucesso de Jim Moriarty é tão grande que em 2012 o ator Andrew Scott ganhou o BAFTA (British Academy of Film and Television Arts, em português "Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão"). O BAFTA é um prêmio anual conhecido pela exigência de qualidade e rigidez na premiação.



Aí a notícia que vocês queriam! Finalmente a BBC 3 anunciou o futuro de "In The Flesh" - drama protagonizados por Zumbis que são reintegrados à sociedade. A princípio o projeto seria de apenas uma temporada composta por três episódios de 90 minutos, mas devido a boa recepção da crítica, a emissora decidiu continuar com a série.

Sua audiência nem foi tão boa: iniciou-se bem, com números satisfatórios para o canal, mas perdeu cerca de metade dos telespectadores no segundo episódio. Seu season finale se recuperou bem e foi visto por cerca de 528 mil telespectadores, um pouco menos obtido em sua première.

Ainda não foi divulgado a quantidade de episódios que será composta a nova temporada, mas especulas-se que serão em torno de cinco ou seis. As filmagens começarão ainda esse ano e a nova temporada está confirmada para o primeiro semestre do ano que vem.

Leia nossa crítica referente ao season finale de "In The Flesh"

Divulgado a lista dos indicados ao Critics Choice Awards 2013. 

O evento, em sua terceira edição, premia os melhores da TV, indicando séries, minisséries, telefilmes, reality shows e talk shows. 

A cerimônia de premiação será realizada no dia 10 de Junho e o evento será transmitido via internet.

O prêmio é oferecido pela Broadcast Television Journalists Association (BTJA), associação representada por profissionais que escrevem sobre televisão, como jornalistas, críticos entre outros.

The Big Bang Theory e American Horror Story: Asylum lideram a lista com seis indicações cada uma.

Sem mais delongas, vamos à lista completa dos indicados:

Melhor Série de comédia

• The Big Bang Theory – CBS
• Louie – FX
• The Middle – ABC
• New Girl – FOX
• Parks and Recreation – NBC
• Veep – HBO

Melhor Ator em Série de Comédia

• Don Cheadle (House of Lies) – Showtime
• Louis C.K. (Louie) – FX
• Jake Johnson (New Girl) – FOX
• Jim Parsons (The Big Bang Theory) – CBS
• Adam Scott (Parks and Recreation) – NBC
• Jeremy Sisto (Suburgatory) – ABC

Melhor Atriz em Série de Comédia

• Laura Dern (Enlightened) – HBO
• Zooey Deschanel (New Girl) – FOX
• Lena Dunham (Girls) – HBO
• Sutton Foster (Bunheads) – ABC Family
• Julia Louis-Dreyfus (Veep) – HBO
• Amy Poehler (Parks and Recreation) – NBC

Melhor Ator Coadjuvante em Comédia

• Max Greenfield (New Girl) – FOX
• Simon Helberg (The Big Bang Theory) – CBS
• Alex Karpovsky (Girls) – HBO
• Adam Pally (Happy Endings) – ABC
• Chris Pratt (Parks and Recreation) – NBC
• Danny Pudi (Community) – NBC

Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia 

• Carly Chaikin (Suburgatory) – ABC
• Kaley Cuoco (The Big Bang Theory) – CBS
• Sarah Hyland (Modern Family) – ABC
• Melissa Rauch (The Big Bang Theory) – CBS
• Eden Sher (The Middle) – ABC
• Casey Wilson (Happy Endings) – ABC

Melhor Ator/Atriz Convidado em Comédia 

• Melissa Leo (Louie) – FX
• David Lynch (Louie) – FX
• Bob Newhart (The Big Bang Theory) – CBS
• Patton Oswalt (Parks and Recreation) – NBC
• Molly Shannon (Enlightened) – HBO
• Patrick Wilson (Girls) – HBO

Melhor Série Dramática

• The Americans – FX
• Breaking Bad – AMC
• Downton Abbey – PBS
• Game of Thrones – HBO
• The Good Wife – CBS
• Homeland – Showtime

Melhor Ator de Série Dramática 

• Bryan Cranston (Breaking Bad) – AMC
• Damian Lewis (Homeland) – Showtime
• Andrew Lincoln (The Walking Dead) – AMC
• Timothy Olyphant (Justified) – FX
• Matthew Rhys (The Americans) – FX
• Kevin Spacey (House of Cards) – Netflix

Melhor Atriz em Série Dramática

• Claire Danes (Homeland) – Showtime
• Vera Farmiga (Bates Motel) – A& E
• Julianna Margulies (The Good Wife) – CBS
• Tatiana Maslany (Orphan Black) – BBC America
• Elisabeth Moss (Mad Men) – AMC
• Keri Russell (The Americans) – FX

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática 

• Jonathan Banks (Breaking Bad) – AMC
• Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) – HBO
• Michael Cudlitz (Southland) – TNT
• Noah Emmerich (The Americans) – FX
• Walton Goggins (Justified) – FX
• Corey Stoll (House of Cards) – Netflix

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática 

• Jennifer Carpenter (Dexter) – Showtime
• Emilia Clarke (Game of Thrones) – HBO
• Anna Gunn (Breaking Bad) – AMC
• Regina King (Southland) – TNT
• Monica Potter (Parenthood) – NBC
• Abigail Spencer (Rectify) – Sundance

Melhor Ator/Atriz Convidado em Série Dramática 

• Jim Beaver (Justified) – FX
• Jane Fonda (The Newsroom) – HBO
• Martha Plimpton (The Good Wife) – CBS
• Carrie Preston (The Good Wife) – CBS
• Diana Rigg (Game of Thrones) – HBO
• Jimmy Smits (Sons of Anarchy) – FX

Melhor Minissérie ou Telefilme 

• American Horror Story: Asylum – FX
• Behind the Candelabra – HBO
• The Crimson Petal and the White – Encore
• The Hour – BBC America
• Political Animals – USA
• Top of the Lake – Sundance

Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme  

• Benedict Cumberbatch (Parade’s End) – HBO
• Matt Damon (Behind the Candelabra) – HBO
• Michael Douglas (Behind the Candelabra) – HBO
• Toby Jones (The Girl) – HBO
• Al Pacino (Phil Spector) – HBO
• Dominic West (The Hour) – BBC America

Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme

• Angela Bassett (Betty and Coretta) – Lifetime
• Romola Garai (The Hour) – BBC America
• Rebecca Hall (Parade’s End) – HBO
• Jessica Lange (American Horror Story: Asylum) – FX
• Elisabeth Moss (Top of the Lake) – Sundance
• Sigourney Weaver (Political Animals) – USA

Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

• James Cromwell (American Horror Story: Asylum) – FX
• Peter Mullan (Top of the Lake) – Sundance
• Zachary Quinto (American Horror Story: Asylum) – FX
• Sebastian Stan (Political Animals) – USA
• David Wenham (Top of the Lake) – Sundance
• Thomas M. Wright (Top of the Lake) – Sundance

Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

• Ellen Burstyn (Political Animals) – USA
• Sienna Miller (The Girl) – HBO
• Sarah Paulson (American Horror Story: Asylum) – FX
• Lily Rabe (American Horror Story: Asylum) – FX
• Imelda Staunton (The Girl) – HBO
• Alfre Woodard (Steel Magnolias) – Lifetime

Melhor Reality

• Duck Dynasty – A&E
• The Moment – USA
• Pawn Stars – History Channel
• Push Girls – Sundance
• Small Town Security – AMC
• Wild Things with Dominic Monaghan – BBC America

Melhor Reality de Competição

• Chopped – Food Network
• Face Off – Syfy
• Shark Tank – ABC
• So You Think You Can Dance – FOX
• Survivor – CBS
• The Voice – NBC

Melhor Apresentador de Reality

• Tom Bergeron (Dancing With the Stars) – ABC
• Cat Deeley (So You Think You Can Dance) – FOX
• Gordon Ramsay (Hell’s Kitchen/Masterchef) – FOX
• RuPaul (RuPaul’s Drag Race) – Logo
• Ryan Seacrest (American Idol) – FOX
• Kurt Warner (The Moment) – USA

Melhor Talk Show

• Conan – TBS
• The Daily Show with Jon Stewart – Comedy Central
• The Ellen DeGeneres Show – Warner Brothers Television Distribution
• Jimmy Kimmel Live! – ABC
• Late Night with Jimmy Fallon – NBC
• Marie – Hallmark Channel

Melhor Série Animada

• Adventure Time – Cartoon Network
• Archer – FX
• Phineas and Ferb – Disney Channel
• Regular Show – Cartoon Network
• The Simpsons – FOX
• Star Wars: The Clone Wars – Cartoon Network

Fonte lista: http://www.criticschoice.com/television-awards/


Batles Motel entregou um competente season finale, porém óbvio em algumas partes. Esperava também que o episódio fosse um pouco mais eletrizante, mas saio satisfeito.

Mas tudo isso em relação à trama, que instigava nossa imaginação. O episódio anterior terminou com uma arma no pescoço de Norma, deixando-a completamente (ainda mais) perdida. Abernathy era o vilão a ser batido e o desenvolvimento desse plot terminou de forma fantástica, nos enganando em diversos momentos. O Sheriff Romero pregou uma peça na gente quando fingiu estar negociando com o bandido, quando de repente o alvejou, eliminando a pedra no sapato de Norma

E tudo isso em sua presença, notada pelo perspicaz Sheriff. Romero é um personagem enigmático. Não sabemos (ou não sabíamos) o nível de sua índole, mas parece que ele é um homem da lei que age algumas vezes fora dela quando precisa, sempre pelo bem de sua cidade.


Falando em pedra no sapato de Norma, convenhamos que seu sapato está longe de estar sem pedra alguma. A maior delas recebe o nome de Norman, aquele de dupla personalidade gerenciado por uma espécie de Norma Bad. Norman é um completo psicopata, mas que está se revelando pouco a pouco, aos olhos de sua excessiva protetora mãe, que sabe que não deve descuidar de seu filho nenhum minuto, porém parece que esse cuidado excessivo é uma das causas do desenvolvimento psicótico do jovem.

Perdidamente apaixonado pela linda garota e mais desejada da escola, aquela que se jogou inexplicavelmente em seu colo no primeiro episódio da série. Bradley usou e abusou de Norman e agora o descarta como se fosse lixo. Um lixo ferido, socado e ensanguentado. Bitch!

Pena que o imbecil do Norman não enxerga o verdadeiro amor que está bem a sua frente.

A temporada termina com um cliffhanger óbvio. Já sabíamos desde os primeiros momentos que Norman assassinaria Miss Watson. Claro que devido a premissa assassina que o personagem se apresentou, baseada em suas ações no filme Psicose. Nada alarmante que faça-nos desesperar pela próxima temporada, que, claro, será bem recebida. Todos estão curiosos para ver os próximos passos de Norman e das situações que sua mãe deverá criar, com o sempre intuito protetor destruidor.


A temporada de estreia foi muito boa, com altos e baixos é verdade, mas com mais pontos positivos. Destaque para a produção, num modo geral, mas principalmente para Vera Farmiga e Freddie Highmore. Dois excepcionais atores que produziram um excelente trabalho, dignos de um Emmy.

Nota 8/10  


Dizer que uma season finale foi épica, espetacular, e todos os adjetivos possíveis para algo grande é meio clichê, pois é isso que se espera de uma season finale, que é o resultado final de toda a temporada que temos acompanhado. Claro que nem sempre elas são tão excelentes e épicas quanto o esperado, mas no geral conseguem cumprir suas expectativas. Mas isso se aplica à season finales normais, o que não é o caso de "The Name of the Doctor" que não é apenas uma season finale, mas também o prelúdio para um dos maiores eventos da TV mundial: o especial de 50 anos de Doctor Who, que será exibido nos cinemas no dia 23 de novembro, e em 3D. Nunca antes um episódio de série teve tamanha responsabilidade, e todos estavam ansiosíssimos para ver como seria, e é com muita alegria que eu afirmo que foi mais que bem sucedido, foi a melhor season finale da nova série e uma das melhores já feitas na história de qualquer série.

Desde já eu deixo claro de que será uma review enorme, pois TUDO aconteceu nesse episódio, desde aquilo já esperávamos e estávamos contando, até o que não fazíamos ideia e com certeza nunca iriamos imaginar. Portanto preparem-se pois iremos falar sobre "The Name of The Doctor"

Right then, Clara Oswald. Time to find out who you are.
Toda jornada de um viajante do tempo faz um rasgo no tecido da realidade, e o Doctor tem viajado no tempo mais do que qualquer um. Mas toda jornada tem um fim, e para o Doctor esse lugar é Trenzalore, o único lugar em todo o tempo e espaço que ele nunca deveria ir, o lugar mais perigoso do universo. Mas alguém está sequestrando seus amigos e os levando à Trenzalore, então ele é obrigado a ir até lá, onde sua vida passada, presente e futura corre grave perigo, e seu maior segredo está prestes a ser revelado.

O episódio já começou tirando nosso fôlego, com uma introdução de Clara falando sobre quem ela é o porque dela existir. E então vemos que ela tem estado com o Doctor desde o início de sua jornada, quando estava fugindo de Gallifrey com sua neta Susan, e o tem acompanhado durante todas as sua regenerações com apenas um intuito: salvá-lo. A Garota Impossível em sua missão de salvar o Doctor. Uma cena simplesmente linda, onde vemos em flashback cenas de Clara mesclada com cenas do Doctor na série clássica, sempre atrás dele. A partir dessa cena eu tive certeza de que estava prestes a ver o episódio mais épico de Doctor Who.


E então a história realmente começa na Londres vitoriana, quando Madame Vastra recebe de um assassino condenado informações valiosas sobre o Doctor, e então decide convocar uma reunião mental com os amigos do Doctor para saber o que fazer, e isso incluem Jenny, sua companheira, o mordomo/guerreiro Strax, Clara, e uma convidada ilustre: River Song (como foi bom revê-la), mas não a versão oficial de River, e sim sua consciência que foi salva na Biblioteca quando ela e o Doctor se encontraram pela primeira vez. Mas a reunião é invadida pela Grande Inteligência (que assumiu de vez a forma de Dr. Simeon) e os Whispermen (seus capangas) que estão lá para levá-los até Trenzalore, e lá fazer com que o Doctor revele seu grande segredo. Clara consegue escapar e conta ao Doctor tudo que aconteceu. Então os dois vão, com muita dificuldade, até Trenzalore, o lugar tão temido pelo Doctor, que descobrimos ser um cemitério de batalha, onde o Doctor e todos os seus amigos estão enterrados depois de sua batalha final. Desconcertante, simplesmente desconcertante.


Perseguidos pelos Whispermen, o Doctor e Clara fogem por caminhos secretos até encontrarem os reféns de Simeon, e é a partir desse ponto que tudo acontece, onde todos os acontecimentos da temporada nos levaram. O túmulo do Doctor se abre (graças a River que diz o nome do Doctor) e descobrimos que seu túmulo é a sua TARDIS, e em seu interior encontramos o rasgo no tecido da realidade deixado pelo Doctor, seu caminho esculpido através do tempo e espaço, seu túnel do tempo pessoal, passando por todos os momentos vividos por ele, de Gallifrey até Trenzalore. E então Simeon revela seu plano: entrar nessa fenda e reescrever toda a história do Doctor, frustrando todas as suas conquistas, transformando todos os seus momentos de alegria em dor e sofrimento. Uma vingança simplesmente maligna, resultado de todo o ódio que a Grande Inteligência tinha do Doctor por todas as vezes em que ele frustrou seus planos. Richard E. Grant deu uma performance digna de aplausos, e não poderiam ter escolhido um ator melhor para representar um vilão tão maléfico e cheio de rancor e ódio.


Então tudo começa a desmoronar: todas as vitórias do Doctor são reescritas, todas as vidas que ele salvou, civilizações inteiras, planetas, constelações, galáxias, todos começam a desaparecer, e parecia que não havia mais esperança nenhuma, até que Vastra começa a listar todos os momentos em que o Doctor foi derrotado, e menciona o Asilo Dalek. Como eles estão na TARDIS expandida, todas as memórias perdidas da pessoa começam a retornar, e então Clara se lembra, ao ouvir Asilo Dalek, de tudo. Ela começa a lembrar de todas as vezes em que encontrou o Doctor, e então percebe que a única forma de salvá-lo é entrando na fenda, para ajudá-lo a trazer de volta todos os bons momentos de sua vida. Foram inúmeras as teorias sobre ela, todas mirabolantes, algumas até a envolvendo com Rose, dizendo que ela poderia ser sua filha ou algo do gênero (o que explicaria a participação dela no especial de 50 anos), mas, no final das contas, foi algo tão simples que, como eu tinha afirmado antes, ninguém suspeitaria. Simples e genial. E então vimos que toda a história do Doctor, toda sua vida, se deve à ela, pois ela inclusive foi a que o induziu a roubar a TARDIS Tipo 40 ao invés de um modelo mais avançado. Uma cena que merece ser vista e revista, assim como todas as vidas de Clara.


Tudo então está salvo e restaurado, mas nem tudo: Clara se foi, espalhada por todo tempo e espaço. O Doctor não aceita isso e decide ir atrás dela para retribuir o favor, mas River, que esteve conectada à mente de Clara durante todo o episódio tenta persuadi-lo a não ir, e é aí que vemos a cena mais triste do episódio: o Doctor pega o braço de River e revela que estava a vendo o tempo todo, que ele sempre a vê, a todo o momento, mas que não se atreve a falar com ela com medo da dor. Então ele a beija da forma mais apaixonada possível, e diz a ela que é o momento de partir, e foi uma das despedidas mais lindas de todos os tempos, mas não um adeus, e sim um até breve, pois ambos nunca irão abandonar um ao outro de verdade. Impossível não se lembrar do final de "Doomsday" em que Rose se despede do Doctor. Não sei dizer em qual das cenas eu chorei mais.


E então chega a cena final, o momento esperado por todos, que prometia mudar a série para sempre. Depois que todos os ecos de Clara cumpriram sua missão, sua versão verdadeira cai no fluxo temporal do Doctor, onde ela vê todas as antigas regenerações em pequenos vislumbres, e aí ela ouve a voz do seu Doctor, o 11th, a guiando pelo caminho através de sua folha, a folha que soprou Clara para o universo, até eles se encontrarem, e então (tambores rufando) os dois avistam alguém. Clara estranha pois ela viu todas as versões do Doctor, todos os seus onze rostos. Se todos naquele lugar são o Doctor e só existiram onze Doctors, quem é aquele homem de costas para eles? E então acontece a trollagem do século: todos achávamos que o grande segredo do Doctor era seu nome, mas o seu nome não importa, o nome que ele escolheu para si foi Doctor, pois segundo ele o nome que escolhemos é como uma promessa feita, e aquele foi o que quebrou a promessa. Ele é o último Time Lord, mas não é o Doctor. Tenho certeza de que todos ainda estão recolhendo pedaços dos miolos depois disso. Depois de todo esse tempo, "The Name of the Doctor" não era sobre seu verdadeiro nome, e sim o nome "Doctor" que essa regeneração se recusou a usar. Agora sabemos que foi ele quem lutou na Time War, que foi responsável por dizimar bilhões de vidas, inclusive as de seu próprio povo, e por isso se tornou a vergonha do Doctor, seu grande segredo, que jamais deveria ser revelado.


Como prometido, a história de Doctor Who foi mudada para sempre, e não poderia ter sido mais épico. Steven Moffat mais uma vez provou a que veio, mostrando o quão brilhante roteirista ele é, pois com certeza ele tem tudo isso planejado a muito tempo, megalomaníaco como é. E com certeza foi um tapa na cara de todos que duvidavam da capacidade dele para escrever esse momento tão grandioso. Agora que a espera pelo especial será ainda mais sofrida, pois esperar 6 meses para a resolução de um cliffhanger como esse vai ser uma verdadeira tortura. Ainda mais que temos mais noção do como será o que nos espera, por exemplo, agora sabemos como o David Tennant (o amado 10th Doctor) irá retornar, pois as coisas estão acontecendo em seu fluxo temporal, mas também agora não fazemos a mínima ideia de como Rose irá retornar, pois todas as possibilidades cogitadas foram descartadas. Mas nada temam, caros whovians, pois vocês não serão decepcionados. Moffat irá nos presentear com o maior e melhor momento da história de Doctor Who (no meu caso será literalmente um presente pois meu aniversário é no dia 22 de novembro, um dia antes da exibição do especial). Lembrando ainda que o mais novo Time Lord é interpretado por ninguém menos que John Hurt, ator que dispensa apresentações, e que foi a escolha perfeita para fazer um personagem tão amargurado. Ele sem dúvida nenhuma irá brilhar mais uma vez.


E, claro, não podemos deixar dar crédito à direção e produção mais uma vez espetaculares. Acertaram na mosca criando um dos climas mais sombrios já vistos na série, com toda a urgência do que estava para acontecer. E ponto para os Whispermen, que mesmo não sendo tão assustadores tiveram um visual incrível. Além também dos mais uma vez efeitos especiais que deram show, principalmente ao conseguir unir Clara e os antigos Doctors e realmente nos convencer visualmente de que ela estava lá, em todos os momentos. Mas o grande triunfo da parte técnica foi a trilha sonora. Desde temas já conhecidos da série, como o de Gallifrey e o de River, como outros novos, todos eles brilhantemente compostos e conduzidos, que sem eles as cenas perderiam metade da grandiosidade. Murray Gold, é, sem dúvida nenhuma, um dos melhores compositores vivos, e sem dúvida nenhuma a série não seria a mesma sem ele.

Não pensem que só porque a temporada acabou não haverão mais posts sobre a série, muito pelo contrário! Ainda há muito o que comentar. Logo teremos um especial para deixar vocês por dentro de tudo que nos espera no aniversário de 50 anos, além de que ainda teremos "An Adventure in Space and Time", docudrama produzido pela BBC que irá mostrar como a série começou em 1963 e que terá David Bradley (famosos por interpretar Filch na franquia Harry Potter) no papel de William Hartnel, o 1o Doctor, e teremos uma review especial para o filme.

Doctor Who mais uma vez provou ser a série magnífica que é, um marco não só da ficção científica, mas de toda a história da TV, e que nesse ano irá se tornar ainda maior. Muito obrigado a todos vocês que tem acompanhado nosso trabalho. E que venha o grande aniversário de 50 anos, o especial de natal, e a 8a temporada, que já foi confirmada para 2014, ou seja, que venha mais Doctor Who! GERONIMOOO!!!

Fechamos mais uma temporada de Grey’s Anatomy e não pensei que fosse passar tão rápido, parece que foi outro dia mesmo que estávamos no plot do processo, temporada ótima. Adorei o final de temporada, muito bem amarrada, um ótimo gancho para a décima temporada e não deixou de ser emocionante. Não vou dizer que gostei de ver Webber caído no chão ao fim do episódio, mas foi bem menos trágico com o que estamos acostumados.

Queria começar comentando sobre Cristina e Owen, depois de tudo que os dois passaram Shonda ainda insiste no plot de Owen querer filhos, Cristina pelo que percebi não vai ceder mesmo, principalmente depois do lindo/perfeito momento em que Webber a relembrou o que ela nasceu pra fazer, momento muito importante para a personagem, uma simples técnica que fez Yang crescer como médica. Não acho que os dois deveriam se separar, mas Owen tem que aceitar que ela não quer ser mãe. Cristina às vezes é uma interrogação pra mim, às vezes parece que ela vai acabar cedendo, e aceitando ter a criança com Owen, mas em outras vezes ela parece determinada a dedicar sua vida a carreira de cirurgiã, tomara que na próxima temporada isso fique mais claro.

Bati palmas de pé e abri um sorriso de orelha a orelha, acho que todos sabem do que estou falando, sim, Alex e Wilson finalmente chegaram lá, já estava começando a pensar que ela queria apenas a amizade dele, tomara que dê tudo certo daqui pra frente e os dois possam desfrutar de um bom momento de felicidade. Espero que o plot do ex-namorado não volte para atormentar os dois.

Aquele acidente de ônibus foi uma boa, deu uma tensão a mais no episódio, mas se pararmos para pensar ele só serviu para que Kepner se declarasse para Avery, não sei o que ele vai dizer pra ela, acho que seguiu em frente, não penso nos dois juntos na próxima temporada, mas com certeza Kepner vai ficar sozinha, não é possível que aquele paramédico não tenha percebido que ela ama Jackson.

O parto de Mer foi o que mais me deixou com medo no episódio, eu não duvido que Shonda possa matar um bebê, ou até mesmo nossa querida protagonista. Quando vi que Mer estava tendo complicações na cirurgia logo me desesperei, mas ainda bem que Bailey estava lá para salvar o dia, mesmo que sobre o stress pós-traumático. Coitada de Mer, quando a vi com seu bebê no colo me lembrei de todas as dificuldades que ela já passou na série, ela é muito vitoriosa, admiro muito, mesmo sendo uma personagem de uma série de TV, uma das mais fortes que já vi.

Adorei a homenagem a Bailey que Mer fez, me lembrei de quando Bailey homenageou George. Mais ao fim do episódio as coisas foram ficando sérias. Arizona é burra e ingrata, além de trair Callie ela nem se deu ao trabalho de esconder, depois daquela discussão não consigo imaginar as personagens juntas novamente, foi muita sacanagem o que Arizona fez, o pior foi ela mesmo estando errada continuou jogando a culpa em Callie por ter amputado a perna, ela ainda não entendeu que se a perna continuasse ela estaria morta.

Callie é outra guerreira na série, ela enfrentou tudo sozinha, cuidou da filha, enfrentou o luto por Mark, aguentou os ataques de raiva de Arizona sozinha e teve que tomar as decisões em relação ao processo sozinha, isso pra mim é a mesma coisa de ter estado dentro do avião, ela sofreu muito e Arizona não tem o direito de culpa-la, até porque ela salvou a vida de Arizona. Sinceramente não sei que rumo as duas vão tomar, mas espero que Callie consiga ser feliz, pois amo muito a personagem, espero também que ela não saia da série, pois isso pode ser um bom motivo para a personagem ir embora.

Agora vamos comentar o gancho final, eu fiquei com o coração apertado, adoro Webber, é um ótimo personagem sempre tentando estimular o melhor nos médicos, sempre muito sábio e engraçado, companheiro, não sei muito bem o que vai acontecer, mas espero muito que ele se recupere deste infeliz acidente, e também final de temporada sem tragédia não é final de temporada de Grey’s Anatomy.

Galera eu queria me despedir de vocês, foi meu último review de Grey’s Anatomy, provavelmente alguém vai assumir meu lugar nas postagens, mas sintam-se livres para comentar e deixar sua opinião. Muito obrigado aos que comentaram durante a temporada, e muito obrigado também a quem sempre acompanhou as postagens, mesmo sem comentar, valeu galera.